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SONETO DA ESCURIDÃO

Farol da costeira que longe brilha
Plantado na pedra daquela ilha
Dos navegantes à noite é o seu guia,
É o anjo dos pélagos, seu vigia!

Daqui se vê a luz forte e tronante
Olho noturno de olhar palpitante,
Como flertando as estrelas assim,
Que rolam nas vagas, desde os confins.

Luz da costeira que rompe a neblina,
Cega os meus olhos , a minha retina,
Para que eu não veja a luz desse adeus.

Nos olhos tão claros dessa menina,
Que fere o meu peito feito rapina,
Dê-me o invisível brumoso dos breus!


SBC-SP.José Alberto Lopes®
03/01/2003

José Alberto Lopes
Enviado por José Alberto Lopes em 16/03/2006
Reeditado em 15/11/2011
Código do texto: T124134
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Sobre o autor
José Alberto Lopes
São Bernardo do Campo - São Paulo - Brasil
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José Alberto Lopes