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Soneto de coração que vivi a apaixonar-se

Confuso ser, não te chamarei
Coração não és porque não te apiedas
Vivi a apaixonar-te maldito
Nem pensas que para mim retornam tuas pedras

Desejei mais que na vida
Desfazer-me de ti... sábia decisão
Mas ao retirar-te, dolorosa dor
Tivestes astúcia de apaixonar-te, então!

Cruel que és... o que fazer agora?
Se em cada dia choras
Por um diferente amor!

Obedece-me! Deixo-te escolher... você decide
Para que ao menos um sincero vingue
Nos resquícios de teu calor!

dhália
Enviado por dhália em 13/08/2006
Código do texto: T215688
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Sobre a autora
dhália
Salvador - Bahia - Brasil
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dhália