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QUANDO SILENCIAS

Gosto quando tu silencias
como a sutileza de uma prece.
O que em oração se irradia
é certo que Deus jamais esquece.

Quando te calas é na verdade
a hora em que te fazes entender.
No teu olhar, na sinceridade
na pureza imensa do teu ser.

Se acaso permaneces muda.
Convidas a entender o infinito
Buscar o que a vida não ampara.

Teu silêncio é a resposta  profunda,
É dos teus gestos o mais bonito.
Mensagem completa sem palavra.

"Me Gusta Cuando Callas
Pablo Neruda"  foi mote para este poema
Saturnino Segrel
Enviado por Saturnino Segrel em 15/08/2006
Código do texto: T216908
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Saturnino Segrel
Recife - Pernambuco - Brasil, 41 anos
57 textos (6483 leituras)
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Saturnino Segrel