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Novos escravos

Seguem atônitos caminho,
seguem sempre em confusão,
sedados, não sentem espinhos,
fica a dor no coração,

Coração que eles renegam,
que só bate por bater,
como máquinas se entregam,
iludindo o viver,

Da rotina são escravos,
Escravos sem reclamar,
como o Negro reclamou,

Do mel não vejo nem favos,
vejo o mundo transformar,
nasce então o homem-robô.
Sapo
Enviado por Sapo em 02/09/2006
Código do texto: T231250
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Sobre o autor
Sapo
Belém - Pará - Brasil, 27 anos
22 textos (352 leituras)
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