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ALMA NUA

Meu coração exposto em carne viva,
é uma chaga que não para de sangrar,
fui condenado e pra sempre hei de pagar,
por te amado -  oh, minh’alma esquecida.

A madrugada é  fria e solitária
e a cada  instante aumenta minha dor,
da minha vida mal amada, só restou
a casa velha de varanda, abandonada.

A tarde cai se unindo a minha tristeza
por ter amado fiquei só com  a certeza,
que viverei assim, vagando pelas ruas!
 

Tudo que eu tinha, sem clemência me tomaram
as minhas flores tão bonitas, me levaram
só me deixaram essa dor e a alma nua!
Carlos Medeiros
Enviado por Carlos Medeiros em 05/09/2006
Reeditado em 30/03/2008
Código do texto: T233201

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Sobre o autor
Carlos Medeiros
Aracati - Ceará - Brasil, 56 anos
45 textos (5257 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 05/12/16 19:01)
Carlos Medeiros