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Cruel


Seus olhos, quando me fitam, já não brilham
Não me procuram mais, sempre me evitam
Já não mais se "alegram" com a minha presença
Já não mais choram com a minha ausência

Essa indiferença tanto me entristece
Que me sufoca, castra, enlouquece
Essa dissimulação só me magoa
É um jogo constante que me deixa à toa

Às vezes penso que não vou mais suportar
Esse jeito cruel do vento o amor levar
É como quem oferta o pão com uma mão

E com a outra chicoteia sem perdão
E vai embora, assim sem mais nem menos
Abrindo feridas em meu coração

Cabeça de poeta
Enviado por Cabeça de poeta em 11/09/2006
Código do texto: T237529

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Sobre o autor
Cabeça de poeta
Fortaleza - Ceará - Brasil, 63 anos
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1 e-livros (43 leituras)
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Cabeça de poeta