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SONETO À AMIZADE*
 
Amizade começa onde termina o amor
Dá o ombro pra tristeza, alegria e dor
Não faz cobrança inútil, o seu mote é ação
Celebra ou chora às vezes e não critica em vão
 
Amizade é adulta, Amor não é, pueril
O Amor aprisiona, é modelo servil  
Pro amigo o que importa é o bem-querer
Estar sempre disposto a doutrinar o viver
 
E assim pode-se ser o que se tem, valor
E assim pode-se ater da inoportuna dor
Amizade é o amor, dor lapidada em pó  
 
É o sofrer que esvai-se, compaixão e dó
De amar, mais que o ato, teatral menção
É um presente eterno ao ser amigo, irmão

*Versos alexandrinos (Tônicas em 6,10,12), rimas emparelhadas ou consecutivas
Cabeça de poeta
Enviado por Cabeça de poeta em 22/09/2006
Reeditado em 16/03/2008
Código do texto: T246579

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Sobre o autor
Cabeça de poeta
Fortaleza - Ceará - Brasil, 63 anos
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1 e-livros (43 leituras)
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Cabeça de poeta