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Dançarina

Dançaste com outros na minha ausência,
provaste de uma vulgar liberdade,
julgas guiar vida com sapiência,
te perdes em mar de vasta Vaidade,

Dança prostituta mostra desprezo,
aos frutos do amor, já tão esquecidos,
em troncos de árvores, que, ao avesso,
por mais de um milhar de larvas são comidos,

A custo de que cultivas essas larvas?
que se alimentam da dança vulgar,
e fingem possuir a árvore do amor,

Para a solidão, essas são suas armas,
como praga antiga, irão infestar,
jardins tão bonitos e não poupar flor.
Sapo
Enviado por Sapo em 28/09/2006
Código do texto: T251776
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Sobre o autor
Sapo
Belém - Pará - Brasil, 27 anos
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