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Hipocrisia (Soneto “negro”...)

Gargalha a morte ao tempo e no espaço.

Ondas devastam edificações,

travam nos peitos e nos corações,

dissecam pessoas, rompem-se laços…

 

Vagam nas lembranças: - tristes canções,

restos de um velho país aos pedaços:

- cataclismo, sangue, dor, estilhaços,

(sobreviventes gemem nos porões!)

 

Nos “fortes”, tolice, Leis esquecidas,

“roncam nas eiras os bravos tufões!”

(À sombra do medo, parafasia…)

 

Pequenos morrem nas vagas perdidas;

Luz atômica: - Loucas podridões:

- Por isso o mundo acabará um dia!…

Mário Vigna
Enviado por Mário Vigna em 16/10/2006
Código do texto: T265448
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Sobre o autor
Mário Vigna
Votorantim - São Paulo - Brasil, 44 anos
9 textos (230 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 03/12/16 07:42)