Soneto das 14 Lágrimas

Aqui sou mais que simples palavras,

Uma vírgula no final de tudo,

Remador de velhas jangadas,

Jardineiro das flores do mundo!

Onde estará o amor qu’eu sonho?

Talvez abraçado a minha poesia!

Em cada lágrima eu lhe proponho:

Leia meu pranto em demasia!

A você que pensa que nada choro

E que diz: Tudo dele é invento!

Por tudo, tudo mesmo, eu imploro:

Sinta-me mais que verso escrito,

Sinta-me sopro, sinta-me vento...

Amor? Levo nos olhos! Sinta meu espírito!

22/09/2009

Pergentino Júnior
Enviado por Pergentino Júnior em 11/03/2011
Reeditado em 05/10/2016
Código do texto: T2842260
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