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Morta

Escorram, lágrimas! Libertem-me hoje.
Escorram, sim! Dê-me paz, escorram.
Minh’alma hoje foge.
Que meu peito e desejo morram!

Somente as estrelas ouvem as lamúrias
De um coração apaixonado.
Correm soltas no peito as fúrias
De um pobre ser abandonado.

Sinto vir a mim um forte frio,
Faz-me parte o vazio
Frio e vazio que em minh’alma corta.

Escuridão que preenche-me de imediato
Sombras que fazem parte dos fatos
Dores incessantes que tornam-me morta!
19/08/2006(sábado)
morbidah
Enviado por morbidah em 14/11/2006
Código do texto: T290962
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Sobre a autora
morbidah
São José dos Pinhais - Paraná - Brasil, 27 anos
27 textos (657 leituras)
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