Borboleta rara

Êxtase fecundo que o coração doma,

Fragrância de hormônios que a pele arrepia,

Tens predicados tantos que só com este aroma,

Nos homens o olfato é sentido voltado à despedida.

Não vais ao inicio que é o fim de quem parte crisálida,

Espero teus volteios em asas coloridas de fada,

Como mito, ninfa dos campos, da selva,

Que volita livre por ser alada.

És borboleta rara,

Difícil de ver,

Aquarela!

Branca,

Azul,

Sem fim!

ROGERIO WANDERLEY GUASTI
Enviado por ROGERIO WANDERLEY GUASTI em 07/05/2012
Código do texto: T3655289
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