Soneto n.311
AMOR

Na imensidão da noite estrelada
e na intensa beleza do que eu vejo,
me sinto pequena, mas 'inda almejo
realizar a ilusão de ser tua amada.

Na doçura de uma noite enluarada,
penso na paixão... então eu te elejo
senhor de minha vida, de meu desejo
- o sol que veio depois da invernada.

Porém, não vens. Sofro esta ansiedade
(na realidade... e de modo bem medonho)
que me afoga em dor, em tanta saudade!
...
Queria esquecer, esquecer-te de verdade,
já que tudo não passou dum mero sonho
e este amor só eu levarei pra eternidade.


Silvia Regina Costa Lima
10 de junho de 2014









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Enviado por SILVIA REGINA COSTA LIMA em 10/06/2014
Reeditado em 11/06/2014
Código do texto: T4839442
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