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O Nada Sublime

Não sabia que nada sabia do nada
Que sorvia o tudo deste meu querer.
E destinada já nasceste amada,
Toda necessária pra eu sobreviver.

Foi no silêncio da voz engalanada
Que ouvi o som do nada a me dizer:
“Sou tua e por ti apaixonada,
Tu és toda vida que sonhei viver!”.

E este foi do nada o meu achado,
Surgido deste tudo que exprime,
O vazio pleno que não deprime.

Pois tê-la é ver o nada no passado,
Sentir-se tudo diante do amado
Sobretudo neste sonho sublime.

Eduardo Tenório
Enviado por Eduardo Tenório em 28/08/2007
Código do texto: T627509

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Sobre o autor
Eduardo Tenório
Balneário Camboriú - Santa Catarina - Brasil, 53 anos
149 textos (5815 leituras)
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