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Impaciências

Saudade ingrata a que deprime
A alma quando teu corpo me nega.
O amor por ti é o mais sublime,
Mas é à carne que o prazer sonega.

Por que saudade teu prazer exime
O toque na tez que o desejo lega?
Então se vive de um prazer-vitrine,
Ignorando o fogo que se esfrega?

Renego a auréola deste meu sofrer,
Para gritar meu grito obsceno!
Solto rajadas desde o alvorecer,

A paciência é meu pior veneno...
Quero o teu corpo pra satisfazer
Minha libido e seu desejo pleno.
Eduardo Tenório
Enviado por Eduardo Tenório em 03/09/2007
Código do texto: T636501

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Sobre o autor
Eduardo Tenório
Balneário Camboriú - Santa Catarina - Brasil, 53 anos
149 textos (5815 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 20/08/17 22:13)