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SEM SONO 
( c/ abello)




De novo o sono foge em meio a noite

e deixa nas pegadas, a inquietude...

Que castiga minha alma como açoite

nessa ansiedade seca, sem virtude!


Apelos que só os olhos traduzem,

traindo o que a boca quer calar...

E lembranças que vem e me seduzem

sacrificam no mesmo antigo altar!


E nos meus lábios, beijo então seu nome

em doces e febris repetições,

como pudessem, saciar-me a fome...


E crescem na medida do impossível,

apelos que não trazem condições...

No amor que é tão grande e invisível!




____abello_____________


Teus suaves versos terão em mim resposta

A tua inquietude é a mesma que eu sinto

Mas nessa noite espero conciliar o sono

Espero que também, descanse, e a vigília encerramos!



__________________________________________________________
Zélia Nicolodi
Enviado por Zélia Nicolodi em 14/09/2007
Reeditado em 12/12/2007
Código do texto: T651762

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Sobre a autora
Zélia Nicolodi
Curitiba - Paraná - Brasil
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