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Versos do Desespero

Céu vazio, voz vacilante
É minha alma, gritando em pranto
Meu coração que se exaspera tanto
Quanto a áurea vaga de um errante

Sei, há tempos, que me fiz dessa forma
Ser pouco bravio, que até a dor conforma
E enlutado por essa infeliz descoberta
Me enlaço o pescoço, e considero a oferta

Mas traga hoje o meu sutil abrigo
Que sempre expurgou esse vil perigo
E fez sorrisos brotarem da escuridão

Sim, são teus braços a que me refiro
Diante deles que somente prefiro
Este conforto à expiração
Márcio Ferreira
Enviado por Márcio Ferreira em 20/09/2007
Reeditado em 20/09/2007
Código do texto: T660866

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Sobre o autor
Márcio Ferreira
Campinas - São Paulo - Brasil, 26 anos
12 textos (648 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 19/10/17 15:12)
Márcio Ferreira