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Pressentimento

Eu não sinto nada, embelezo;
O nada agora é dor, escondida rezo;
Vivo a espera do calor ao amanhecer
Procuro alento, paz ao meu incerto querer.

Caio das nuvens sem precisão;
Devem ser causas estranhas pensadas em vão;
Meu íntimo mergulha numa espécie desorganizada;
E sem resgate, admiro os versos da bela malvada.

Alma colorida acredita e chora;
Pequenina sou e nada chega;
Nada no mundo fica, vai embora.

Sei que anuncio o complemento final;
Duvido do adversário, do medo em mim;
Apresento assim, meu meio mais fatal.
 
cléo
Enviado por cléo em 20/10/2007
Código do texto: T702588
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Sobre a autora
cléo
Jardim do Seridó - Rio Grande do Norte - Brasil, 34 anos
143 textos (7927 leituras)
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cléo