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Soneto Secreto

A Luana Luduvice

De mim não te escondas assim, Luana!
Vem mole, lânguida, vem desmedida,
Que eu te espero como um pobre suicida
Espera o fim da sua vida mundana.

Trago no cerne uma vontade insana
De ver-te das angústias protegida,
Mas ao saber-te distante e sofrida,
É somente dor que meu cerne emana.

E é, Luana, uma dor tão viva e espessa,
Que até os batimentos me acelera
E a pele inflama em febres sufocantes.

E quanto mais de amor eu adoeça
E mais este amor seja uma quimera,
Mais, em meus sonhos, seremos amantes.

Wedmo Mangueira – 24/12/2004
Wedmo Mangueira
Enviado por Wedmo Mangueira em 27/10/2007
Código do texto: T712324

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Sobre o autor
Wedmo Mangueira
Aracaju - Sergipe - Brasil, 34 anos
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Wedmo Mangueira