Soneto

Meu soneto sincopado

Não perde a sua lisura

Nem foge da compostura

Do verso metrificado

Eu tenho muito cuidado

Pra não cometer tortura

E nem perder a cultura

Do verso filosofado

Aprendi fazer soneto

Lendo Tobias Barreto

Beletrista sergipano

Depois li rimas bizarras

Nos quartetos das cigarras

De Olegário Mariano

Poeta Agostinho
Enviado por Poeta Agostinho em 05/07/2021
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