Afrodite

És soberana e não tens limite

Cativa com o lume de seu encanto

Tal bardo lhe dedico este canto

Eu me perdi nas curvas de Afrodite

Transmito sua glória aos quatro cantos

Beleza sacrossanta não se omite

Meu mundo então desaba em desencanto

Pois tal união o sagrado não permite

Contrariando minha mortalidade

Confronto com bravura as potestades

Até que este canto seja ouvido

E viverei pra sempre como asceta

Atado com as virtudes dos poetas

E meu canto são quão setas de cupido

Thiago Araujo
Enviado por Thiago Araujo em 26/01/2022
Reeditado em 26/01/2022
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