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O Choro do indigente

Alma tu que choras e gritas
Falas pela voz dos meus olhos
Pois a minha casa tem visitas
E a boca está cheia de modos

Meus pés estão presos
Minhas mãos estão amarradas
A mente responde a estímulos
Por forças maiores consagradas

O José depois da festa está com fome
Perdido nos carnavais sem nome
Buscando gente no meio de gente

Sete dígitos me marcam com ditame
Números que jogam na vala, iludem-me
Na minha sarjeta, choro indigente...
Eduardo Oliveira
Enviado por Eduardo Oliveira em 24/11/2007
Reeditado em 20/12/2007
Código do texto: T751256

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Sobre o autor
Eduardo Oliveira
Campina Grande - Paraíba - Brasil, 26 anos
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Eduardo Oliveira