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Soneto à Morte

Morreu hoje minha última quimera
Em conseqüência do meu próprio medo
Não sonho mais, não tenho mais segredo
Perdi as folhas em plena primavera.

Caminho lentamente para o fim
Da estrada que todos nós trilhamos
Contudo, no final desesperamos
Sem saber para onde vamos enfim!

Morrer sozinho acho muito triste.
Por isso passo a vida em contrição
Chorando sempre na noite calada

Mas nas montanhas da minha vida existe
Minas de ouro, minas de carvão,
Pra iluminar o escuro dessa estrada.
gothmate
Enviado por gothmate em 08/12/2005
Código do texto: T82372

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Sobre o autor
gothmate
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 41 anos
26 textos (1005 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 16:29)
gothmate