Tu és o Amor

Tu és o manso regaço

Onde a alma paciente

Perdida no teu abraço

Esquece a dor latente



Tu és ternura e afeto

O meu gosto predileto

O toque que desperta

As preguiçosas manhãs



Tu és  flores orvalhadas

Na magia da madrugada

O despertar para a vida

Alma minha adormecida


Tu és a intensa metade

Que hoje me faz inteira

Carinho, amor e prazer

Que feliz  me faz viver

(Ana Stoppa)

Ana Stoppa
Enviado por Ana Stoppa em 30/04/2011
Reeditado em 30/04/2011
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