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Ainda menino descobri a função de ter um coração no peito:
O que nos difere dos outros animais é a capacidade de amar,
O poder de sentir no outro as dores da vida, os obstáculos...

E o amor não correspondido jamais me entristeceu,
Cada lágrima derramada foi uma celebração intensa
Pelo fato de ter encontrado alguém que despertasse
Tanto pulsar em nível extremo, quase descontrolado...

A família sempre aqui comigo onde quer que eu fosse,
A esperança de novos dias, novos momentos, felicidade...

Os sonhos latejando inapagáveis...
Corpo e mente indestrutíveis...
Minha mãe o pilar da minha estrutura de homem, filho
E protetor da alma feminina em todos os níveis!


                                                      (Jonny Mack)

João Evangelista Vieira Amorim é natural de Massaranduba, Santa Luzia do Tide-MA. Nasceu em 1981 e viveu a infância mais intensa que um menino tímido poderia viver... Aos 12 anos mudou-se (levado pelo pai) com a família para o município de Laranjal do Jari-AP, o rio que dá nome à região separa os dois estados do norte: Pará (Monte Dourado, Distrito de Almeirim) e Laranjal do Jari que é o terceiro município em importância para o Estado.
Antes mesmo de ir para a escola, começou a ler e estudar na creche de alfabetização ao lado de casa no Maranhão... Interessava-se pela coleção de livros da estante da professora que o instigava a buscar mais o saber... 
No Amapá ampliou seu leque de leitura, com obras de todos os escritores literários... Em especial passou a folhear Cecília Meireles e fazer dela um pilar de sustentação para sua escrita. 
O primeiro neto de dona Francisca Soares Carvalho e Antonio Vieira tinha a leitura como chave para o sucesso, mesmo que esse sucesso fosse apenas entender o simples texto... Primeiro membro da família a entrar numa Universidade Federal, no curso que sonhara quando criança, fez a sua história ecoar no lugar mais desejado: o coração dos avós! Os pais se divorciaram em 2000, em face da atribulada relação de traição e constantes agressões psicológicas que permeavam o ambiente familiar...
O pseudônimo JONNY MACK foi pensado pela alcunha de Jonny por um colega querido de trabalho na área florestal e Mack por ser o último nome do grande mestre da segunda língua que passou a amar Bruce Keven Mack, professor norte-americano contratado pela CADAM, que cedeu uma bolsa de estudos na instituição dele e onde a mãe trabalhava como doméstica...

Escrever não é um trabalho de encomenda; é um resultado da experiência sentida ou imaginada pelo autor!