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Sobre a autora
Shimada Coelho A Alma Nua
São Paulo - São Paulo - Brasil, 49 anos
375 textos (61513 leituras)
10 áudios (1755 audições)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 11/04/21 10:02)
Shimada Coelho A Alma Nua

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Perfil
"Este planeta é o lar permanente da Natureza e dos
animais. Nós somos apenas estrangeiros de passagem.Eles
nunca precisaram de nós para existir, mas nós não
existiriamos sem eles." -=Shimada Coelho- Frases=-

Obs: Amo que em vez de comentários deixem suas reflexões!
Sinto enorme prazer em ler!



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FRAGMENTOS DE UMA VIDA
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AGRADECIMENTOS AO JORNAL O NORTE DE MINAS QUE POR
INTERMÉDIO DE MEU AMIGO ESCRITOR RAPHAEL REYS PUBLICA
ALGUNS DE MEUS TEXTOS NA SESSÃO OPINIÃO.

A pedidos dos amigos, estou reeditando meu perfil: o ano
é novo, mas eu sou a mesma!

Meu primeiro nome é de uma santa, Santa Rita de Cássia
dado por meu pai pelos motivos dele. Assino Shimada e
Coelho fazendo menção aos meus pais, que tiveram o árduo
trabalho de me criar, de me ser exemplo e tendo eu
desistido de tudo o que poderia me tornar grande nesta
terra dando-lhes imenso orgulho, resta-me mencioná-los ao
fim de cada texto meu aos quais considero meu maior bem.

Nasci em São Paulo em 07 de Outubro de 1971. Dia da morte
de Edgar Allan Poe (07/10/1949). Só conheci esse autor
depois de escrever textos narrando meu saudosismo pelo
fundo do mar e alguém ter mencionado um de seus
personagens. Mesmo assim, só li sua biografia, mas nenhum
de seus textos.

Nasci, cresci e me criei no mesmo bairro da zona sul de
São Paulo, vivendo uns meses em Taboão da Serra com uma
amiga e anos mais tarde por um ano e meio do Japão. Nunca
desejei sair do bairro onde moro e aqui pretendo morrer
se assim tiver que ser.

Embora eu tivesse recebido uma educação superior as
demais crianças, meus pais eram e são até hoje pessoas
muito simples. Meu pai foi um Torneiro Mecânico
requisitado em Metalúrgicas, mas ainda jovem sofreu um
acidente grave: fraturou a coluna cervical, o crânio e as
costelas ao cair de cima de uma das máquinas que
consertava. Foi impossibilitado de continuar exercendo
sua profissão, tornando-se Mestre de Obras. Como sempre
foi muito habilidoso com as mãos e sempre possuiu mente
criativa, trabalhou em tudo que foi possível. Nas horas
vagas, recuperava, consertava ou criava 'coisas'. Lembro-
me de certa vez usar um pequeno motor e construir um
ventilador que moldou com chapas de zinco. Sempre foi um
homem espiritualizado, devoto de suas tradições, vindo de
antepassados indígenas. Seu bisavô foi um pajé. A
criatividade e a inclinação para a espiritualidade,
herdei de papai.

Minha mãe é até os dias de hoje exímia costureira de
roupas finas. Trabalhou para confecções importantes, como
nos primórdios da Cori. Depois de muitos anos optou por
trabalhar por conta. Ela também sempre tem muita
habilidade com as mãos: bordava, fazia crochê, pintava,
desenhava e costurava. Aos nove anos de idade fez sua
primeira peça de roupa: desmanchou um vestido e fez uma
saia. Sua habilidade com desenhos e pinturas veio de seus
antepassados japoneses. Ela guardava em uma caixa seus
riscos com Mangas que criava, moldes de desenhos e alguns
textos que ela vez ou outra escrevia. Aprendi a gostar de
poemas com ela. E foi com ela que aprendi a desenhar e
pintar com lápis, adaptando o método do lápis para o
pincel. Minha objetividade e minha inclinação para arte
herdei de mamãe.

Pode-se notar então que carrego em meus genes a vocação
para a Arte em todas as suas formas. Embora meus pais não
tenham desenvolvido suas aptidões fazendo nome, meu pai
sempre foi grande inventor e escultor, e mamãe grande
pintora e artesã. Com eles aprendi que não se desenvolve
a Arte para fama ou glória, mas como contribuição ao
mundo. É um dom que recebemos de graça, e de graça
ofertamos. A admiração das pessoas que apreciam o que
criamos já nos torna bem pago. Meus pais embora pudessem,
nunca se tornaram ricos, pois até os dias de hoje
trabalham no que lhes dão prazer ganhando apenas o
sustento, cobrando valores simbólicos. Foi assim que
aprendi o que são os maiores bens que um ser humano pode
possuir nesta terra.

Com 5 anos mamãe arrumou uma professora particular para
que eu aprendesse a ler e escrever. Essa professora
alfabetizava adultos e eu me achava burra mesmo
acreditando que aqueles adultos sabiam tanto quanto eu.
Eu aprendi mais rápido que eles e me formei primeiro. Foi
quando aprendi que o fato de eu ser tão criança não me
fazia menor que os adultos. Hoje, se alguém me mostra um
diploma, não significa nada pra mim.

Mamãe me colocou aos 12 anos em aula de música com um
Maestro da igreja que freqüentava. Meu primeiro
instrumento foi um trompete e depois um sax baixo. Tentei
aprender outros instrumentos, mas ainda hoje os de sopro
me são mais familiares. Aprendi a ler partituras, e isso
me impediu de aprender a tocar de 'ouvido'. Tento
aprender tocar teclado do modo certo.

Da infância até os 18 anos cresci cantando em corais de
igreja, selecionada como soprano. Todos estes anos eu
ouvia gospel, blues, rock, samba, clássico e possuo as
influências musicais dos anos 50, 60 e 70. Hoje em dia,
são poucas as músicas ou interpretes que aprecio.

Tentei formar uma banda com meu irmão apenas por
diversão. Alguns amigos sugeriram que eu gravasse um
disco, mas não me considero tão boa cantora para tanto.

Aos 14 anos arrumei meu primeiro emprego numa loja cujos
donos eram japoneses. Foi quando decidi morar sozinha na
casa do fundo dos meus pais. Meu pai rindo, me fez
desistir da idéia.

Dois anos depois ele levou-me para me matricular na ABRA
para que eu desenvolvesse minha aptidão artística e
esperava que eu fosse decoradora ou publicitária. Depois
de conhecer o prédio e observar as pessoas desisti: nunca
gostei da influência condicionalista que a publicidade
causa.

No mesmo ano comecei a fazer magistério e parei os
estudos para me dedicar ao trabalho: sempre gostei de
trabalhar com comércio pelo contato com as pessoas.

Um ano depois pensei em ingressar na faculdade de
Psicologia. Mas depois de conhecer tantos psicólogos
concluí que não quero ser como eles: eles se permitiram
ser o que o curso determinou que fossem e perderam a
personalidade.

Desisti da faculdade de Veterinária quando a universidade
que fui conhecer para a matricula era exatamente uma das
que estive participando de um protesto contra o uso de
animas em experimentos. Eles me recusaram.

Pensei em fazer bolos confeitados para vender. Mas a
satisfação que sinto depois de fazer um é tamanha que
dinheiro nenhum pagaria.

Recusei-me a cursar Engenharia: detesto cálculos.

Parei de estudar Física Quântica: fiquei cheia de tédio!

Vendi minha loja... Pretendo abrir outra!

Larguei o curso de Teologia: Deus é muito mais que provas
cientificas, arqueológicas e teorias puramente humanas!

Estudei a vida inteira as religiões e espiritualidade e
descobri que as pessoas precisam é de Deus.

Eu nunca li Friedrich Wilhelm Nietzsche, que como eu era
libriano. Mas se negar esse Deus manipulador que muitos
acreditam e repudiar as religiões me torna ateu como ele,
então eu sou.

Desisti de aprender alta costura com mamãe e satisfazê-la
cursando Estilismo: não me agrada criar máscaras para as
pessoas acreditarem ser melhores só porque usam uns
pedaços de panos.

Tentaram certa vez me prender por perturbação da ordem
pública: eu fazia protesto em frente a uma loja que
vendia roupas feitas com peles de animais.

Fui voluntária por muitos anos num asilo onde as famílias
'largavam' seus idosos: cantavam, lia, levava
lanchinhos... Com o tempo penteava cabelos, ajudava a ir
ao banheiro, dava banho... Entrava lá péssima e saia
feliz da vida! Não pude mais voltar, pois sai do país.

Morei e trabalhei no Japão e senti saudades do Brasil.
Descobri que nenhum lugar é melhor que o lugar onde
nasci. Sinto saudades da terra do Sol Nascente, pois o
sangue chama... Mas não troco meu bairro por lugar
nenhum: ainda não devolvi tudo o que ele me deu.

Muitas pessoas que conheço sugeriram que eu entrasse para
a política, mas rejeitei: não há corrupção sem o
corrompido!

Meus irmãos acreditavam que eu deveria ser advogada: não
conseguiria... A justiça às vezes é injusta. E não
conseguiria implorar absolvição a alguém que me
confessasse culpa.

Estava prestes a abrir uma Ong, mas meu marido me
boicotou.

Decidi me separar, pois entre minha missão neste mundo e
meu marido, prefiro minha missão. Foi quando descobri que
detesto compromissos.

Um dos maiores ídolos de minha juventude é músico,
vegetariano, defende os animais e tem uma Ong.

Não como carne: não por não ser saudável, não somente
pelo amor aos animais... Eu os enxergo como iguais e um
peru no centro de minha mesa no dia de ação de graças pra
mim é um cadáver que todos irão comer. Sou tão convicta
disso que meu próprio organismo entra em reação quando me
atrevo a ingerir o cadáver de um animal.

Eu já briguei com toda minha vizinhança por causa das
minhas árvores e meus gatos. Subi nas árvores e gritava
lá de cima... Chamei a polícia por ameaçarem meus
gatos... Hoje me respeitam!

Cresci sendo chamada de diferente, ovelha negra e 'a do
contra': SIM EU SOU TUDO ISSO!

Minha personalidade é forte e tenho opinião: enfrento
qualquer pessoa deste mundo para defender o que acredito.
Ninguém me intimida! Lembrando que ter convicção é
diferente do teimoso que não quer dar o braço a torcer. O
teimoso defende o que diz acreditar tentando convencer o
outro. Eu defendo o que acredito sabendo que minha
verdade só serve pra mim. Não tento convencer ninguém, e
não permito que ninguém tente me convencer de algo que
não creio.

Fiquei 6 meses sem andar e perdi os movimentos de minhas
pernas. Isso já vai fazer 6 anos!

O médico me proibiu de dançar, fazer esforços físicos,
tocar teclado, escrever... Eu deveria ficar meia hora
sentada e meia hora deitada. Eu danço, faço esforço
físico, toco teclado e escrevo.

Tenho uma hérnia de disco na Cauda Eqüina, uma lesão na
medula e efisema pulmonar. Não tenho medo de morrer: já
estou morta! Quando morrer é que irei viver!

Quando se descobriu que eu tinha efisema, mantiveram-me
em cárcere no hospital. Eu não poderia fumar mais nenhum
cigarro se não quisesse desenvolver câncer ou morrer de
insuficiência respiratória. Eu quase enlouqueci em crise
de abstinência: o segurança do hospital me pegou tentando
pular a janela. Meu quarto era no terceiro andar e eu
estava grávida.

Depois de um longo tratamento meu filho nasceu saudável e
eu já podia respirar bem. O médico alertou-me que uma
semana fumando novamente me mataria. Fiquei 3 meses sem o
cigarro para amamentar meu filho, e da noite para o dia o
leite secou. Voltei a fumar. Fumo até hoje. E nunca mais
tive mais nada no pulmão. Terei um câncer? Não penso
nisso... Quando criança eu acreditava piamente que
morreria afogada e sempre tive pavor da água. Quando eu
tiver que morrer, se não for de uma coisa será de outra.
A morte sempre precisa de uma desculpa pra nos levar.

Hoje tenho muito mais fôlego que há um ano atrás.

Há dias que não posso dar um passo. Há dias em que posso
dar a volta ao mundo.

Detesto ler... Não quero que o que eu escreva sofra
influência do que li. Não quero ninguém me dizendo que
tento imitar alguém ou sigo o estilo de alguém.

O primeiro livro que li na vida foi aos 7 anos e ganhei
de papai que o encontrou indo para o lixo e que mantenho
comigo sempre: Nova Arte de Pensar de Jean Guitton.Já lí
outros mas não do modo convencional: eu abro o livro, e
onde abrir leio uns trechos e fecho.

Só li dois livros inteiros na vida: Morro dos Ventos
Uivantes e The Secret. O primeiro porque uma mulher ousou
estar à frente de seu tempo... O segundo porque diz
exatamente sobre o que sempre acreditei.

Tenho enorme admiração por Fernando Pessoa, mas nunca li
os textos dele. Leio tudo o que posso sobre a biografia
dele. Assim foi com Edgar Allan Poe, Rimbaud, Florbela
Espanca, Friedrich Wilhelm Nietzsche, Kalhil Gibran e
Augusto dos Anjos.Mas alguns destes só passei a ler as
biografias depois de comentarem que alguns textos meus
lembram esses nomes.

Poesia deve ser lida sorvendo linha por linha. Por isso,
detesto ler poesia a não ser que sua essência consiga
prender minha atenção. Faço leitura dinâmica e não
consigo mudar isso.

Aprendi leitura dinâmica sozinha na infância, por ler
feições, gestos e lábios. Foi por necessidade
inconsciente: tenho problemas auditivos.

Nasci com meu ouvido direito ouvindo quase nada e o
esquerdo pouco, mas o suficiente. Herdei isso de papai.
Aprendi música sentindo-a. Por isso desenvolvi o sentir.

Sou inconformista! E extremista também: Nada vai ser
suficientemente bom! Nada vai ser completamente ruim!

Sou uma ex- ativista, ciber ativista e protetora de
gatos.

Eu vivo o ocultismo, a espiritualidade e a
paranormalidade a vida toda.

Eu sempre vou para o lado contrário que todo mundo vai!

Meus amigos me chamam de doida: sim eu sou!

Sou chata, às vezes cínica, rabugenta, indiferente e
fria. Mas quando gosto de alguém sou doce, terna, gentil
e sociável.

Tenho pavor de ser igual a todo mundo: eu assumo que sou
diferente porque todos nós somos, helloooo!

Nossa igualdade está em pertencer à mesma raça, no corpo
que possuímos e na essência. Nossas características e
personalidades nos tornam diferentes um dos outros.

Eu escrevo demais: eu falo o que penso e escrevo como
falo. Reclama com Deus que me deu essa vocação e com
minha professora do primário que me ensinou redação.

Gosto de inventar palavras e odeio quando o Word não as
aceita.

Embora eu escreva demais, eu falo muito pouco. Dependendo
de quem estiver por perto fico muda. Sou observadora e
analítica.Meu olhar incomoda mais do que se eu falasse.

Eu sempre tive e sempre terei problemas com regras.
Inclusive as regras para compor e escrever. Não me
enquadro em nenhum estilo ou padrão. Sou assim. Regras só
me servem se manter a disciplina e a ordem. Caso
contrário, as rejeito!

Vejo as regras de gramática, estilo, estéticas e métrica
e acho tão inútil pra mim... Se eu as usar todas, irei
criar a mesma coisa que já foi criada. Eu escrevo para ir
além do que minha imaginação pode alcançar.

E com tantas regras... As pessoas têm tanta dificuldade
de comunicar-se, imagine as usando... Desculpe: não
escrevo pra robôs programados, escrevo para almas!

Meus pais não conseguiram me por um cabresto. Não nasceu
o ser humano que conseguisse.

Eu nasci e fui preparada na infância até a juventude para
ser rica, esposa exemplar, submissa e dondoca... Odeio
tudo isso!

Tive aulas de etiqueta e boas maneiras enquanto
crescia... Foi perca de tempo: aboli toda essa frescura
da minha vida!

Eu danço no supermercado quando ouço uma música que
gosto. Às vezes também canto e alto. Quem está me
acompanhando já avisa para quem passa e olha: Não
conheço! Eu às vezes mato um de vergonha.

Se eu dou um sorriso de canto de boca, estou sendo cínica
ou indiferente. Se der gargalhada estou me divertindo pra
valer.

Eu quebro protocolos e amo minha intensidade. Não tenho
vergonha nenhuma de demonstrar o que sinto.

Eu gosto de:
- andar descalça no chão de terra, de fogão à lenha, do
mato, da areia, da praia, do frio, de deitar na grama, de
ficar nua ao ar livre, de cheiro de bolo no forno, de
subir em árvore, de soltar pipa, de brincar no meio das
crianças, de rolar no quintal com os cachorros, de me
arrastar pelo chão fingindo ser um gato, de comer com a
mão, de escrever com os pés na mesa e o teclado no colo,
de ficar em casa de pijama, de cabelo desarrumado, de
roupas penduradas no varal, de limpar a casa e colocar
cheirinhos, de nuvens, de folhas de árvores, de folhas e
flores caídas no chão, de peixes(vivos), de cor, de
lápis, de música, de dormir em cima de casa, de balançar
na rede, de macarrão e pão (viveria só disso), de ficar
dentro de casa, de me isolar,de ficar comigo.

Eu detesto:
- mentira, hipocresia, falsidade, falta de caráter,
contradição, covardia, fracasso, superficialidade, salão
de cabelereiros, futilidade, maquiagem, coleções de
cremes de beleza pra sei lá o que, a maioria dos
perfumes, de comprar roupas e sapatos (ganho todos),
shopping center, lugares sofisticados (frescos a beça),
televisão, novelas, a Rede Globo, a falta de
desprendimento, gente que se acha, quando eu me acho,
quando eu nunca me acho, pessoas de terno e gravata,
pessoas demasiadamente arrumadas, pessoas que só
conseguem enxergar o exterior, ser percebida, chamar a
atenção, ser notada, pessoas fracas que se fazem de
vítimas, pessoas baixo astral,inveja.

As vezes, sinto um misto de admiração e medo do que sou.

O único amor que conheci é o amor que posso dar.

Sou um espírito livre e nada pode me prender!


Última atualização em 11/04/21 10:02