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A LIBERDADE... A VONTADE... "HENRY KISSINGER - O Maior Terrorista Atômico da Humanidade? Membro da 'NOVA ORDEM MUNDIAL'?".







A LIBERDADE... A VONTADE... “HENRY KISSINGER – O Maior Terrorista Atômico da Humanidade? Membro da ‘NOVA ORDEM MUNDIAL’?”





HENRY KISSINGER – 1ª versão.


     Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.






     Henry Alfred Kissinger (nascido Heinz Alfred Kissinger; Fürth, Baviera, Alemanha, 27 de maio de 1923 – 94 anos) é um diplomata estadunidense, de origem judaica, que teve um papel importante na política externa dos Estados Unidos da América (EUA), entre 1968 e 1976.
     Progenitores – Mãe – Paula Stern – Pai – Louis Kissinger. Esposas – Ann Fleischer (1949-1964) e Nancy Maginnes (1974-presente). Religião – Judaísmo.
     Em 1938, devido às perseguições antissemitas na Alemanha Nazista, seus pais emigram com ele para os EUA.
     Cinco anos depois, ele obtém sua cidadania americana em 19 de junho de 1943.
     Depois de servir na Segunda Guerra Mundial, (como sargento) fez o seu Doutoramento pela Universidade Harvard em 1954, tornando-se imediatamente instrutor na mesma instituição. Depois de alguns anos, obteve o título de professor.
     Kissinger foi Conselheiro de Relações Exteriores de todos os presidentes dos EUA, de Eisenhower a Gerald Ford, sendo Secretário de Estado dos Estados Unidos (cargo equivalente ao de Ministro das Relações Exteriores, no Brasil, e de Ministro dos Negócios Estrangeiros, em Portugal), conselheiro político e confidente de Richard Nixon.
     Em 1973, ganhou, com Le Duc Tho, o Prêmio Nobel da Paz, pelo seu papel na obtenção do acordo de cessar-fogo na Guerra do Vietnam. Le Duc Tho recusou o prêmio.
     Henry Kissinger esteve envolvido em uma intensa atividade diplomática com a República Popular da China, o Vietnã, a União Soviética e a África.
     Ainda hoje, é considerado uma Figura Polêmica e Controversa, tendo alguns de seus críticos o acusado de cometer Crimes de Guerra durante sua longa estadia no governo, como dar luz verde à invasão Indonésia de Timor (1975) e aos golpes de estado no Chile, no Camboja e no Uruguai (1973), sendo que, por diversas vezes, Kissinger usava uma política tortuosa, em que parecia jogar com um "pau de dois bicos".
     Entre tais críticos, incluem-se o jornalista Christopher Hitchens (no livro The Trial of Henry Kissinger) e o analista Daniel Ellsberg (no livro Secrets).
     Apesar de essas alegações não terem sido provadas perante uma Corte de Justiça, considera-se um Ato Perigoso, para Kissinger, Entrar em Alguns Países da Europa e da América do Sul.
     Henry Kissinger foi um dos Mentores – ou Mesmo o Mentor – da chamada Operação Condor, para a América do Sul além de ter dado apoio ao Regime Fascista da ditadura militar argentina, tendo o mesmo dito, certa vez ao Ministro das Relações Exteriores argentino da época, que: - “Se há coisas que precisam ser feitas, vocês devem fazê-las rapidamente”, referindo-se à eliminação e à repressão a quem era contra a ditadura, incluindo-se aí, obviamente, métodos como torturas e mortes.



OBRAS.


Kissinger escreveu as seguintes obras:



Nuclear Weapons and Foreign Policy (1957).
A World Restored (1957).
The White House Years (1979).
Years of Upheaval (1982).
Diplomacy (1994).
Sobre a China/On China (2011).
World Order (2014).



     Observação do escriba: - Na Wikipédia estão disponíveis sete referências, duas bibliografias e três ligações externas sobre Henry Kissinger.



Categorias:


        Nascidos em 1923.
Nobel da Paz.
Laureados com o Nobel por país - Estados Unidos.
Doutores honoris causa da Universidade de Erlangen-Nuremberg.
Geopolíticos.
Republicanos de Nova Iorque.
Diplomatas dos Estados Unidos.
Secretários de Estado dos Estados Unidos.
Judeus dos Estados Unidos.
Judeus da Alemanha.
Membros do Comitê Olímpico Internacional.
Naturais de Fürth – Alemanha.




     Esta página foi editada pela última vez às 16h36min de 14 de dezembro de 2017.






HENRY KISSINGER – 2ª versão.




Diário de um Cético.




     Este blog é para todos que gostam de assuntos e curiosidades do mundo religioso e investigador.
     Bem como céticos que gostam de compartilhar ideias e opiniões. E para todos que muitas vezes tem suas opiniões privadas pelo preconceito.


     Quinta-feira, 29 de janeiro de 2015.




Os CRIMES de HENRY KISSINGER.






     Como bem disse OLAVO de CARVALHO, no Brasil temos o costume do modismo que aparece em um dia e some ao Sol nascer do outro.
     Algo que pode ser importante para entendermos diversas situações costuma ser irrelevante aos nossos olhos.
     Pelo nome do blog e as matérias constantes falo mais de temas religiosos.
     Hoje abro mão para outro tema: - A política de uma figura talvez desconhecida por nossa geração, mais que teve papel importante na humanidade - Henry Kissinger.
Henry Kissinger foi Secretário de Estado dos Estados unidos nos governos de Nixon e Gerald Ford.
Empresário bem sucedido, escritor e palestrante pelo mundo inteiro incluindo o Brasil.
Kissinger ganhou o Prêmio Nobel da Paz por seu papel no suposto cessar-fogo na Guerra do Vietnã.
Sua figura de salvador da pátria começou a cair a partir de uma série de acusações fortes.
Em maio de 2001 enquanto ele passava pela França, foi abordado pela polícia francesa para dar satisfações sobre a morte de cinco franceses durante a ditadura de Augusto Pinochet no Chile.
A resposta dele foi sair do país imediatamente.
O cinismo do velho Henry Kissinger veio de muito longe, quando começou a ser o braço direito e leal do presidente Nixon na década de 1960.
No dia 02 de dezembro de 1998, Michael Korda estava sendo entrevistado no seu escritório em Simon E Schuster, como um grande magnata, ele havia escrito sobre pessoas como John Crawford e Joe Bonno quando recebeu um telefonema dizendo: - Fale com o Dr. Kissinger o mais rápido possível.
Michael Korda parou a gravação mais a câmera continuou gravando. A cena foi que ele pedia o telefone de Kissinger Associates e a risada geral foi filmada no escritório quando ele ironiza secamente: 1.800 Camboja! 1.800 BOMB-Camboja.
Depois de uma pausa, já que Kissinger sempre costumava deixar seu telefone na espera, enquanto dava entrevistas para empresas, e para quem ele mais gostava: - A mídia - Kissinger atendeu ao telefone, do outro lado: - Henry oi, como você está? Você esta recebendo toda a publicidade que queria ter do New York Times, mais não do tipo que você quer.
Eles vão liberar os papéis... Henry isto é totalmente ultrajante. Querem publicar sobre você no Chile!...
Por meio desta câmera escondida se pode ver um pouco da face do verdadeiro Henry Kissinger.
Sentado em seu escritório em Kissinger Associates com seus tentáculos de consultoria empresarial voltado e de alongamento de Belgrado para Pequim, ele ainda estremece quando ouve sobre a prisão de um ditador chamado Augusto Pinochet.
O que o New York publicara naquela manhã era um texto correspondente de segurança nacional em Washington.
Kissinger atuou como Conselheiro de Segurança e Secretário de Estado numa nação democrática que era o Chile para apoiar o golpe de estado no início de 1970.
O registro deste golpe é detido pela CIA, mas uma parcela deles foi publicada para fins investigatórios.
Os vários documentos hoje mostram a ação direta de Kissinger para o assassinato do general chileno René Schneider e sem nenhuma autorização do presidente Nixon.
O grupo fascista que queria o poder no Chile recebeu dinheiro direto de Henry Kissinger.
Ninguém no Congresso americano estava sabendo disto muito menos autorizado o assassinato de Schneider.
O ataque de bombas sobre o Camboja também não tinha nenhuma autorização congressista.
Já durante a Guerra do Vietnã que resultou o Prêmio Nobel para Kissinger, provou a condição de um acadêmico medíocre, oportunista e que pensava sempre em si próprio.
Kissinger armou vários de seus soldados com o objetivo de espalhar seu esquadrão da morte.
Depois através de mentiras oficiais e supostas indignações Kissinger apareceu como um salvador.
Quando perguntado sobre várias perguntas sem respostas, Kissinger apenas disse: - Estava fazendo meu trabalho em acabar com o comunismo.
Perto do fim do seu mandato, Kissinger e seu novo Chefe, Gerald Ford, bloquearam os esforços globais para parar a chacina de sangue no Timor Leste.
Kissinger nesta ocasião resmungou: - É um ato de insanidade e humilhação nacional um presidente ter que pedir autorização para ordenar um assassinato.
No Uruguai e no Camboja ouve o mesmo ato de derramamento de sangue para que ditaduras fossem colocadas no poder.
O nervosismo dele ficou claro quando as acusações começaram, e Kissinger procurava se esquivar ao máximo de perguntas e lugares que o constrangiam.
Quando estas acusações ainda eram especulações, Kissinger nunca processou livros como “O julgamento de Henry Kissinger”, por saber que teria que dar provas contrárias contra as acusações.
Após as acusações terem sido formalmente provadas, a omissão de Kissinger foi predominante.
De 1972 a 1975, Kissinger obedecendo desta vez seu patrão, pagou e armou as forças do futuro Calígula Iraquiano Saddam Hussem.
Como se não bastasse sua carnificina ser levada ao longe, o Ministério Público Federal por meio da procuradora Suzete Bragagnolo pediu que ele fosse ouvido sobre a morte do presidente João Goulart.
Ao analisar o material coletado para a investigação, a promotora pediu que Kissinger fosse ouvido já que ele era chefe de Estado na mesma época.
Na qual entre outros nomes, o seu aparece como uma ajuda de estrangeiros para uma suposta conspiração para eliminar o presidente e impor a ditadura militar no Brasil.
Desde a acusação feita no início de 2013, Kissinger nega a dar qualquer satisfação, o que é típico dele.
As maiorias das políticas de Henry Kissinger terminaram em calamidades, farsa, fiasco, desastre.
De longe suas práticas foram de um estadista, mais sim, de um bárbaro, que conduzia tudo com mãos de ferro e negócios sujos sem nenhum sentimento.
Kissinger hoje é proibido de pisar em mais de cinco países. Se julgado ele certamente seria condenado assim como a maioria de seus colegas que hoje já morreram ou que estão cumprindo pena numa penitenciária.
Sem vergonha nenhuma eu digo que este criminoso hoje com 91 anos, será uma vergonha para o mundo se morrer em sua casa, e não numa cadeia.
Entre os crimes apontados e as provas analisadas. Uma comissão investigadora com mais de 100 membros, dentre os quais o escritor Daniel Ellsberg pede o julgamento de Henry Kissinger por Crimes de Guerra e Contra a Humanidade, entre eles:

     - Genocídio deliberado de civis na Indochina.
     - Influência direta no genocídio e em posteriores assassinatos em Bangladesh.
     - Suborno e planejamento de assassinato de um oficial graduado na nação democrática do Chile que não estava em Guerra com os Estados Unidos.
     - Envolvimento pessoal para o assassinato de um chefe de Estado no Chile.
     - Promoção e facilitação de genocídio no Timor Leste.
     - Envolvimento pessoal em um plano para seqüestrar e assassinar um jornalista residente em Washington.

     “Foto: - Dois dos documentos tidos como secretos e confidenciais que apontam Henry Kissinger no envolvimento pessoal no massacre de civis na Indochina e Timor Leste”.

     Como bem dizia Mark Twain: - Dê a um homem a fama que ele cedo madruga, e no dia seguinte ele estará acordando ao meio dia.
     Mesmo que o apelo feito por pessoas como eu sejam em vão, é uma lição para nós o que o legado de Henry Kissinger deixou em meio a todo seu barbarismo.
     Hoje o mundo conhece melhor como, por meio de mentiras, alguém consegue um Prêmio Nobel.

                                     
     “Foto: Por protestos como este Henry Kissinger sempre analisa minuciosamente, os lugares que irá visitar ou ministrar palestras”.
     “Por medo de ser interrogado sobre várias perguntas, ele já desmarcou mais de 20 vezes sua presença, quando sabe que haverá um grupo de protesto”.


     Por José Carlos Fabro Junior - Investigador e desmistificador de fenômenos paranormais e pseudociência, conhecedor de um pouco de ilusionismo, graduado em parapsicologia e teologia. Ofereço o prêmio de R$ 20.000,00 para quem sob devido controle científico, prove algum poder paranormal, oculto ou sobrenatural.






HENRY KISSINGER – 3ª versão.



THE TRIAL of HENRY KISSINGER.



     Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.





     The Trial of Henry Kissinger (2001), publicado no Brasil como “O julgamento de Kissinger” pela Editora Boitempo, é uma investigação de Christopher Hitchens sobre os crimes de guerra de Henry Kissinger, ex-Conselheiro Nacional de Defesa dos EUA (National Security Advisor) e posteriormente Secretário de Estado dos presidentes Richard Nixon e Gerald Ford.
     No papel da promotoria, Hitchens apresenta evidência da cumplicidade de Kissinger em uma série de supostos crimes de guerra na Indochina, Bangladesh, Chile, Chipre e Timor-Leste.
     Trechos do livro foram publicados em série na Harper's Magazine em Fevereiro e Março de 2001.
     O livro inspirou o documentário de 2002, The Trials of Henry Kissinger, escrito por Hitchens em conjunto com o diretor/escritor norte-americano Alex Gibney.
     Nas palavras de Hitchens, Kissinger merece ser processado por "Crimes de Guerra, Crimes Contra a Humanidade, e transgressões contra o Direito Comum, Consuetudinário e Internacional, incluindo conspiração para assassinato, sequestro e tortura".






Categoria:


Livros de Política.



     Esta página foi editada pela última vez às 19h18min de 30 de outubro de 2016.


     Observação do escriba: - Na Wikipédia estão disponíveis apenas quatro referências sobre o assunto.






HENRY KISSINGER – 4ª versão.





OLAVO DE CARVALHO ESCLARECE-NOS SOBRE HENRY KISSINGER.



     Publicado em 03 de maio de 2017.



COMENTÁRIO:


“UM MONSTRO
HUMANO QUE ARRASTOU MILHÕES DE
PESSOAS PARA A MORTE E QUE
PRETENDE AINDA ARRASTAR PARA ELA
OUTROS MILHÕES”.


“UM VERDADEIRO
SERVO DE SATANÁS QUE SE ALIOU AO
FAMIGERADO GRUPO BILDERBERG”.


“GOSTARIA QUE ALGUÉM ME
CONSEGUISSE EXPLICAR A RAZÃO
PORQUE ESTES CRIMINOSOS MATAM
IMPUNEMENTE MILHÕES DE PESSOAS
SEM NUNCA SEREM CONDENADOS PELA
JUSTIÇA, ENQUANTO UM CRIMINOSO
QUE MATE UM SÓ HOMEM É MUITAS
VEZES ENCARCERADO POR TODA A
VIDA”.




Observações do escriba:


     
     1ª – No livro de Alexandre Costa, intitulado como: - “Introdução à NOVA ORDEM MUNDIAL” -, Henry Kissinger é mencionado várias vezes como sendo integrante da chamada “NOVA ORDEM MUNDIAL”.

     2ª – Ele é apontado em várias fontes, como um dos principais colaboradores do Golpe de Estado ocorrido no Chile em 1973.

     3ª – Pois é! Um “monstro” que fez parte do Comitê Olímpico Internacional? Alguém consegue me explicar?



     A luta contra a debilitante POLIOMIELITE (paralisia infantil) continua, e a luta a favor da inofensiva AUTO-HEMOTERAPIA, também continua.
      Se DEUS nos permitir voltaremos outro dia ou a qualquer momento. Boa leitura, boa saúde, pensamentos positivos e BOM DIA.
     ARACAJU, capital do Estado de SERGIPE (Ex-PAÍS do FORRÓ e futuro “PAÍS da BOMBA ATÔMICA”), localizado no BRASIL, Ex-PAÍS dos fumantes de CIGARROS e futuro “PAÍS dos MACONHEIROS”. Terça-feira, 09 de janeiro de 2018.




Jorge Martins Cardoso – Médico – CREMESE – 573.



     
     Fontes: (1) – INTERNET. (2) – Wikipédia. (3) - OUTRAS FONTES.



jorge martins
Enviado por jorge martins em 09/01/2018
Código do texto: T6221743
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Sobre o autor
jorge martins
Aracaju - Sergipe - Brasil, 68 anos
703 textos (22957 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 24/04/18 11:52)
jorge martins

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