Olá Joaquim,
Nessa voz eu levo fé 
Diz realmente a que veio 
Ei! Patativa do Assaré 
Escreveu lindo e sem meneio 
De outro do mesmo veio 
Que amou sem ver a quantos 

                 Joaquim Ferreira dos Santos

Para Joaquim Ferreira dos Santos


Obrigada “amigo”, por trazeres a bela obra de um brasileiro lindo como Assaré. Realmente fazia-nos falta ler algo assim pelas 6:30 da matina de uma segunda-feira.
 
É difícil nos colocarmos nos personagens, dessa vez não.
 
Querias ser Joaquim e eu Assaré. Pois mais fácil é dar que receber, mas quem conta é quem sabe o que passou e alguém o ajudou.Também seria bom ser Joaquim, mas tu pelo menos es Joaquim Ferreira dos Santos enquanto eu...Só tenho o Ferreira e de Assaré?Nada nem cacoete... 

Mas valeu e muito pelo CLIK. Dar e receber é uma maravilha, quando se tem, é lógico, a visão do amor,porque este é rua de mão dupla. Se quem recebe não abre o coração, a dádiva escorre apodrecida na vala fedida e inútil perdendo-se no “mar” poluído da vida. 

Peguei meu caro! O amor é claro! E para eu, Denise que tem Ferreira, mas é Figueiredo, valeu como um banho de rosas na alma e no coração. 

                         Amo-te, 
                         amigo meu, 
                         Deus é 10, 
                         A vida não tem viés, 

                         A pipa sobe com rabiola, 
                         Encanta e não faz marola, 
                         enquanto a vida rola, 
                         E não é disco na vitrola, 

                         Que fala de amor 
                         E alguém chora, 
                         Do que está dentro, 
                         E não por fora.

EM TEMPO: 

Ah!... Como gostaria de ver muitos Pativas e mais ainda Joaquins nesse emaranhado de gentes se cruzando em nossa cidade pelo menos...se possível ... No congresso, no Planalto, nas sacristias,no supremo poder humano, nas rodas infantis para virar exercício de amor e fé, dar aos os outros o que tiver pois para onde vamos só se leva o que se é. Precisamos nos despir das primeiras linhas querido escritor e dar lugar ao amor. 

Carta para Joaquim Ferreira dos Santos em resposta ao artigo, CIDADÃO BRASILEIRO, na edição de 05 de março de 2007 no Jornal O GLOBO.