Mãe indígena...

Mães, abaixo de Deus, progenitores da Vida, que neste segundo domingo comemora-se o dia delas. Muito embora devessem considerar dia das mães todos os dias. Comumente perto de nascerem os filhos se diz fulana tal vai dar a Luz. Ela filha de Deus, já perfeita e maravilhosa, conforme atesta o livro da Lei ou livro mais lido no mundo a Bíblia em Colossense 1:16, 1 João I2, João 11-52, 1 João 3 :1-10 e Romanos 8:16, na prevalência do amor que e Vida, e a Vida e Deus conforme atesta a própria Bíblia em 1Joao 4:8, (Deus e Amor), então ela vai dar a Luz, a Vida que e vida de Deus, o amor ou a própria Luz.

Cientes destas Verdades homem filho de Deus, ou filhos da Grande Luz, torna-se possuidor de enorme riqueza e felicidade eterna, quando despertos para esta conscientização. Oxalá livre dos encobrimentos do eu verdadeiro e que tolhem a felicidade humana, adjetivados por depressões, opressões, falta de felicidade e alegria, na contingência de ódios, raivas, explosões desnecessárias e outros mais...

Nesta oportunidade me surgiu da mente narrar um pouco sobre a mãe indígena e em especial tecer alguns comentários sobre a minha bisavó, que morando na região de Guanambi-Ba, fora forçada a se casar com meu bisavô, um português, vindo para o Brasil na era e auge do ouro, extraído e enviado para a coroa Portuguesa.

As informações que tenho sobre ela são escassas, mas como atestara meu pai e seus irmãos, família bem quista e bem sucedida da região de Pindaí-Ba, antiga Gameleira e proprietários de terras, oleiros e criadores de ovelhas, cabritos e gado, para sustento.

Embora com poucas informações as evidencies são claras que minha bisavó provavelmente fora da Tribo Tapuias, haja vista neta Irmã do meu pai por nome de Hermínia, mas chamada e conhecida em toda e região por Tapuia, que tive a oportunidade de conhecê-la e rever seus traços fisionômicos já comprovando sua origem da linhagem cabocla indígena.

Devemos estar sempre agradecendo nossas origens,

Deus, pai, mãe, antepassados, não fora eles não existíamos. Agradecer o legado indígena, na mistura com europeus, dando origem a miscigenação da raça Brasileira, hoje com mais de 200.000.000 de seres humanos, bravios cidadãos e a razão de nossa pátria.

Comentando ainda sobre os indígenas, lamentavelmente a maioria foi dizimada, via progresso liderado por nações europeias, a despeito da bravura e audácia dos silvícolas, foram vencidos pelo homem branco, dando lugar à civilização por maioria europeia e africana, sendo estes últimos na condição de escravos, na época, hoje também livres e cidadãos honrados.

Não poderia deixar de falar um pouquinho sobre uma mãe especial, a minha esposa Carmen Carneiro Pedroso, com sete filhos, fora mãe amorosa e cuidadosa com os filhos, e que falecera recentemente há sete meses, certamente feliz no mundo espiritual, pois sempre plantou boas sementes, dentro da máxima quem planta colhe e quem doa recebe.

Frutal-MG, aos 07 de maio de 2014.

Jose Pedroso.

Josepedroso
Enviado por Josepedroso em 09/05/2014
Reeditado em 10/05/2014
Código do texto: T4800080
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