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A TEIMOSIA DE MARCELINHO

MARCELINHO ERA LEVADO,
À SUA MÃE NÃO OBEDECIA.
PEDIA PARA NÃO CORRER,
E MAIS E MAIS ELE CORRIA.

CORRIA BRINCANDO DE PIQUE,
CORRIA DOS ANIMAIS,
CORRIA ATRÁS DOS AMIGOS,
ATÉ NÃO PODER MAIS.

UM DIA LEVOU UM TOMBO,
NA BEIRA DE UM BARRANCO,
QUEBROU O BRAÇO E A PERNA,
POR POUCO NÃO FICOU MANCO.

COITADO DO MARCELINHO!
SOZINHO EM SUA CAMA,
CHORAVA DE DOR E GEMIA,
ENQUANTO A CHUVA CAIA,
E ENCHIA A RUA DE LAMA.

OS AMIGOS O VISITARAM,
TROUXERAM BALA E BRINQUEDO.
COM PENA LHE PERGUNTARAM:
ESTA DOENDO O SEU DEDO?

MARCELINHO ATÉ QUE GOSTOU,
DA ATENÇÃO QUE TIVERA,
MAS, DEPOIS ELE CHOROU,
POIS OS AMIGOS FORAM EMBORA.
E AGORA?

NA CAMA ELE FICOU,
SEM PODER BRINCAR.
POR QUE FUI ME MACHUCAR?
MAMÃE BEM QUE AVISOU!

UM MÊS FICOU ENGESSADO,
MAS, APRENDEU UM BOCADO.
QUE À MÃE, AO PAI E À FAMÍLIA,
DEVE SEMPRE OBEDECER.
POIS SÓ QUEREM O SEU BEM,
E VÊ-LO SAUDÁVEL CRESCER.
Vera Ribeiro Guedes
Enviado por Vera Ribeiro Guedes em 29/06/2005
Código do texto: T29069


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Sobre a autora
Vera Ribeiro Guedes
Juiz de Fora - Minas Gerais - Brasil, 58 anos
131 textos (62034 leituras)
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Vera Ribeiro Guedes