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AGRADECIMENTO SINCERO

 

 

Para olhos verdes,

 

 

Luzbel (deusa), tu não imaginas o tamanho do meu orgulho e a desmedida e gostosa  vaidade que eu sinto, por saber que tu lês bondosamente a tudo o que eu escrevo.

Os meus poemas ultimamente são compostos para que cheguem ligeiro em teu coração, através  dos teus lindos olhos verdes a veracidade e a sinceridade do amor que sinto por ti.

Obrigado minha querida, mas eu quero que tu saibas que é muito bom compor para ti, porque a minha alma chega a voar pelas montanhas do “Bonja”, para melhor te imaginar como a minha mais bela, doce e encantada loira.

Tudo o que eu escrevo será doravante dedicado a ti, pois aos meus pobres e mal chamados poemas, eu dar-lhes-ei a vestimenta digna da humildade, da elegância e da sinceridade de todo o amor que sinto por ti.

E assim, ricamente vestidos, eles voarão silentes para a alegria menina dos teus lindos olhos verdes.

Nem pau, nem pedra, teoria ou pré-conceito poderão afastar de mim esse amor que te dedico, e que gostosamente está me devorando por dentro.

Agora compreendo o sentido da minha vida que era torva, pois nasci para viver esse meu crepúsculo lindo em teus braços, às sombras das tuas eternas sobrancelhas.

Querida Luzbel, eu te confesso que, atualmente, o meu coração vive os estremecimentos e os tropeços mais lindos da sua vida pulsante, pois como tu sabes, ele vive completamente embriagado de amor por ti.

Aceite o meu beijo como a chancela real e rica do meu amor.

Teu Olivier.

Eráclito Alírio da silveira
Enviado por Eráclito Alírio da silveira em 06/12/2007
Reeditado em 06/02/2008
Código do texto: T767414
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Sobre o autor
Eráclito Alírio da silveira
Imaruí - Santa Catarina - Brasil, 75 anos
889 textos (143418 leituras)
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Eráclito Alírio da silveira