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Servir: Privilégio Com Responsabilidade


O Senhor Jesus Cristo convocou todos os seus servos para servir.   São vários aspectos que envolve o bem servir, porém, três se destacam: a motivação, os meios e os objetivos.
A motivação é a mola propulsora de qualquer atividade proposta para ser realizada. Creio que ao se dar início uma atividade para o crescimento do Reino de Deus ou para glorificação do Senhor devemos estar imbuídos das melhores e mais sinceras motivações, e não poderia ser diferente, pois um princípio para quem se envolve com a obra de Deus é o da integridade. Isto não quer dizer que não haja motivações estranhas a este princípio, sim, infelizmente há, e um destes princípios estranho e negativo é relatado pelo apóstolo Paulo na carta aos Filipenses 1:15-18: a inveja. Entretanto, a motivação mais sublime, ética e verdadeira é aquela que busca a glorificação do Nosso Senhor Jesus Cristo.
Os meios que são utilizados para alcançar os objetivos propostos segue de perto às motivações do coração. As motivações erradas vão trabalhar para que sejam usados meios errados, as atitudes estarão sendo tomadas de acordo com estes meios que, por seu lado, serão alimentados pelas motivações erradas. Um ciclo se desenvolve. Há um ditado conhecidíssimo, que diz: “Os fins justifica os meios.” Será? Há quem defenda a veracidade deste dito popular. Não entraremos no mérito da questão.  Para ser sucinto o que esta máxima quer dizer é que não importa o que e o como, o formidável é conseguir o que se quer. É uma atitude egoísta que só traz vantagens para os praticantes deste método. Todavia, este artifício é contrário ao ensinamento da Bíblia. O livro de Atos 8:13-23 relata a história de Simão, o mágico, que, usando meios errados, impulsionado por motivações erradas tentou alcançar objetivos que só favorecia a ele mesmo; fracassou.
Satanás (Mateus cap. 4) ofertou ao Senhor Jesus Cristo métodos errados, porém fáceis, para que Ele resolvesse o seu problema e cumprisse sua missão se nenhuma dificuldade, porém, o Mestre, entendendo que eles não eram lícitos, recusou-os, permanecendo inabalável na Sua confiança no Pai. O apóstolo Paulo escrevendo para a Igreja de Filipos, diz: “Irmãos, não julgo que o haja alcançado. Mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que para trás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.”   Motivação correta, meios louváveis e objetivos dignos.
Concluímos nossa meditação discorrendo sobre o objetivo, que não é outra coisa a não ser o alvo para onde estão apontados as nossas motivações e os meios que usaremos para se chegar até a ele. O objetivo é a meta, a chegada, o porquê de todas as nossas lutas. Sem objetivo ficaremos a divagar, sem rumo e sem porto de chegada. Não sabemos para onde vamos e, consequentemente não chegaremos a lugar algum. Eis aí a importância de sabermos para o que fomos convocados pelo Senhor Jesus Cristo, qual o propósito da nossa vocação e o fim que queremos alcançar. Todos temos uma tarefa para realizar, porém, é de fundamental importância que saibamos o que Deus espera de cada um de nós. Para que somente de Jesus Cristo recebamos honra: “...Bom está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei. Entra no gozo do teu Senhor” (Mt. 15:23).
Deus nos dá em Sua Palavra os meios corretos para que possamos serví-lo com retidão e integridade (Col. 3: 15-17).

Paulo Cezar Santos
Enviado por Paulo Cezar Santos em 20/10/2007
Código do texto: T702229

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Sobre o autor
Paulo Cezar Santos
Aracaju - Sergipe - Brasil, 60 anos
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Paulo Cezar Santos