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Em tudo que escrevo, do passado, da fantasia e realidade ou do que ainda espero que poderá vir, nunca abri completamente a alma ou assim penso. Do meu avésso ninguém sabe a verdade toda, talvez nem eu.  Sempre deixarei uma parte em obscuridade, sou como a lua e não mostro a outra face,embora nada tenha a esconder, mas gosto de ter ou ser enigma e decifrar-me, quem há de?

E nada disso é de propósito!


22/06/17
Marilda Lavienrose
Enviado por Marilda Lavienrose em 22/06/2017
Reeditado em 22/06/2017
Código do texto: T6034115
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Marilda Lavienrose
Campinas - São Paulo - Brasil
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Marilda Lavienrose