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Um Deus feminino, enfim: a Deusa do Vale

O domínio masculino não é de hoje na Terra, e essa situação de "superioridade" acabou permeando tudo, inclusive a noção de Deus, que no imaginário popular é representado por um velho senhor de barbas brancas e longas.

De qualquer forma Deus tem sempre nomes masculinos nos mais diferentes povos, raças e nações. Entretanto, há um seguimento da tradição chinesa que faz uma analogia interessante entre a força criadora (Deus), descrevendo-a como feminina.

Dizem os taoistas que o “vale” representa o útero, ou a feminidade criadora, o vácuo onde se dá a vida, origem do universo. Essa feminidade permanente, que podemos chamar de “deusa do vale”, é contínua, ininterrupta e jamais se esgota. Causadora de grande bem, essa força feminina propicia, a quem agir em consonância com ela, uma interação benéfica e produtiva.

É hora de se aprender um pouco com os taoístas, e buscar essa consonância - pois já faz tempo que Lao Tse, pai desta filosofia, quase religiosa, nos deixou, há 26 séculos, conta a lenda.

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Da série Religare, uma tentativa de diálogo com o impossível.
Célio Pires de Araujo
Enviado por Célio Pires de Araujo em 07/12/2007
Reeditado em 07/12/2007
Código do texto: T768841

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Sobre o autor
Célio Pires de Araujo
São Paulo - São Paulo - Brasil
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