NOS BRAÇOS DA SOLIDÃO

As noites frias minh'alma embalsamam

Tristonha, suspira a divagar;

Sobre o leito meu corpo em chamas...

Contigo, oh! meu amor vivo a sonhar.

Quão longes estás agora!

Nos braços da solidão aqui estou;

Por ti minh'alma chora,

Sangrando, meu coração soluça de dor.

Vem! Vem meu amado,

Não deixes meus dias breus!

Não vês que para ti me guardo?

Vem! Traga-me alegria aos olhos meus.

Bem sabes que eu ainda te espero,

E por te esperar soluço por ti amor.

Vem, que devolverei a ti amor sincero!

Vem! Não deixes meu coração sangrar de dor.

VALDA FOGAÇA
Enviado por VALDA FOGAÇA em 31/01/2015
Reeditado em 25/05/2023
Código do texto: T5121324
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