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DOLÊNCIA AO SOL DA MANHÃ

Luze o anonimato em claridade.
Primor para o poema,
é indolente o pensamento,
perscrutando o ócio.
Sarandeia a ama das ausências.

O derramar do óleo sobre a pele,
erótica fricção afaga o soluço.
Sorvo água-de-coco,
o beijo estala no canudinho.

Num aceno de véspera,
o sotaque turista açula a excitação.
E cochicha o pensamento.

– Do livro BULA DE REMÉDIO, 2005/2009.
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/44828
Joaquim Moncks
Enviado por Joaquim Moncks em 24/08/2005
Reeditado em 27/09/2009
Código do texto: T44828
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Joaquim Moncks
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 73 anos
3584 textos (902570 leituras)
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Joaquim Moncks