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Lençóis d’água
Subterrâneos frescores
A amenizar
Os fogachos da menopáusica
Mãe Terra...


Jasmins d’água
Em touceiras.
O olor pungente
Bordeja o rio
que borda a Terra...
De longe,querubins
Em miniatura
Adejando brancas asas...
De perto, parecem
Borboletas que não voam,
Presas ao verde...
De quando em vez,
Caem pétalas
Sem ruído perceptível
E cada qual beija a água
Respingando ternura
Flutuando, leves plumas,
Por certo merecem
Que meu olhar
De brasas acesas
Perscrute o ondulado
E fri caminho...
ATÉ ONDE IRÃO?Aonde
Deságua a água
Cantando,
Ao mar se entregando?
Ou...Fenecerãoantes
Que o Tempo as insulte
Roubando-lhes a beleza?...

(Esses versos constam também de meu site ,no significativo "Jornal de Poesia",trabalho do poeta e webmaster  Soares feitosa,em http://www.secrel.com.br/jpoesia/clevanepessoa2.html).Confiram as demais.
Clevane

 
 
 
   
 
 
 
 
clevane pessoa de araújo lopes
Enviado por clevane pessoa de araújo lopes em 05/04/2006
Reeditado em 04/10/2010
Código do texto: T134477


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Sobre a autora
clevane pessoa de araújo lopes
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil, 73 anos
555 textos (187108 leituras)
21 e-livros (13587 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 16/04/21 14:31)
clevane pessoa de araújo lopes