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AMOR E PÂNTANO

O amor é flor do pântano,
traz encanto e perigo,
faz bem e magoa.
O amor é professor
e a própria lição,
ele ensina o perdão.

O amor bate e assopra,
atraia e rejeita.
É como um vulcão
que explode e lava.
É como uma canção,
faz da dor alegria.
É como água
que lava, bate e fura
O amor dura,
mas também se acaba.

O amor considera o perdão,
até perdoa infidelidade,
mas lhe pesa a mágoa,
que remói, amarga
e acaba uma relação.
Ele é afável, delicado
gentil,
mas torna-se cruel,
quando junta ofensas
passadas.

Amor é pântano,
terreno incerto arenoso,
qualquer passo
pode ser armadilha, cadafalso,
perigoso.

O amor é um paraíso,
um riso, felicidade,
mas pode dar no nada,
tragédia, em mágoa.


cp-araujo@uol.com.br
Célio Pires de Araujo
Enviado por Célio Pires de Araujo em 12/07/2005
Reeditado em 21/10/2006
Código do texto: T33412


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Sobre o autor
Célio Pires de Araujo
São Paulo - São Paulo - Brasil
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