Armas de flores

Quero que haja um toque,

Tudo que possa superar tangentes,

alongar o diâmetro de se estar livre.

Quero te ver solta,

sem o medo das contrações mensais,

libertar a criatura que em ti habita

E te ver livre e solta,

exalando livres beijos.

E depois da noite úmida,

correremos os dois,

nus,

num campo de arames farpados.

Estaremos cercados,

e toda lei será tombada

à luz do teu corpo desprotegido.

O universo silenciará seu choro...

...Por um toque...

Dil Erick
Enviado por Dil Erick em 07/09/2005
Reeditado em 07/09/2005
Código do texto: T48493