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LÁGRIMA DE SAUDADE

*Fanny*

Um dia chegaste quando a aurora despontou
nos silêncios das minhas esperas solitárias.
Chamaste-me de teu anjo...de teu amor...
e eu segui teu rasto de flores de um jardim habitado
onde o amor floresce com as estrelas do teu olhar.
Jardim proibido que sempre a ti me conduz...
onde me visto com teus afagos de luz
e me perfumo com teus aromas de jasmim.

Segredaste ao vento tuas vontades...
e as brisas do desejo espalharam a lua
em minha essência...minha alma ficou nua,
embalada de mágicas ansiedades.

Oiço a tua voz...adivinho teus pensamentos
que a distância não consegue afastar...
O sol traz-me o bailado do teu sorriso
que eu não cesso de imaginar ...
e sinto o teu abraço quente que me desafia
a ficar em teu refúgio de secretos anseios.

Beijo a melodia dos teus encantados versos
que abrilhantam as estradas do meu universo
alamedas etéreas enfeitadas de infinito e poesia.

E quando a noite chegar envolta de lembranças
sentirás o suave toque do meu meigo olhar,
sentirás o esvoaçar dos meus sonhos
a espargir fragrâncias da almejada esperança

E se,por acaso, sentires um orvalho na tua face,
é simplesmente a lágrima da minha saudade
que te murmura o meu grande amor sem idade.
Fanny Estrela
Enviado por Fanny Estrela em 27/06/2005
Código do texto: T28294


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Sobre a autora
Fanny Estrela
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