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Saudades de um grande amor


Não há como não sentir saudades de um grande amor que tivemos em nossa vida, mesmo que já faça muito tempo que essa chama tenha se apagado. Juro, não é trair um novo amor a gente ter boas lembranças de outro verdadeiro que deixamos no passado.
Se hoje eu amo a Maria Rosa, mas houve um dia em que eu amei Rosa Maria. Duas mulheres com nome de flor e foi Deus quem as plantou no jardim da minha vida.
Os amores chegam ao fim assim como as flores perdem o seu viço. Com o tempo elas murcham e suas folhas secas são espalhadas pelo vento, mas permanece no ar o doce aroma que elas tinham.
Novos amores nascem em um coração e outras flores belas sempre germinam no lugar daquela que morreu.
CARLOS CUNHA o Poeta sem limites
Enviado por CARLOS CUNHA o Poeta sem limites em 11/09/2007
Código do texto: T647242

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Sobre o autor
CARLOS CUNHA o Poeta sem limites
Japão, 63 anos
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CARLOS CUNHA o Poeta sem limites