SONETO n.36

CATAVENTO

O primeiro instinto é que prevalece.
A primeira angústia é a que revolta.
A primeira lágrima é a que escolta
a primeira dor, que sempre acontece.

Porque há de ser assim a minha messe?
Porque haverá o medo e a contravolta -
um ir que nunca traz uma possível volta.
e um anseio incompatível e sem benesse?

Quero um tempo de esquecer a pressa.
Quero sentimentos dentro do possível.
Quero crer naquilo que ora recomeça.

Deixar atrás a inquietude dos adventos.
Louvar a Vida...o amor ...o que é crível,
e voar, em cor, nas asas dos cataventos!


Silvia Regina Costa Lima
30 de janeiro de 2009











PRESENTE DE AMIGOS



Fabio Daflon

Estou num catavento giratório,
num vento de paixão
muito mais forte,
que as águas
das correntes de um rio,
onde se afogado vejo morte.




Voando estou nas asas do catavento,
louvando a vida, o amor
numa profusáo multicor.

Ah Silvia poetisa tua inspiraçao mexe com a nossa imaginaçao.

Belos versos querida.
Beijos!!!


lula palmeiras

O vento lhe trouxe um presente.
O azul do céu de sua boca.
Deixando marcas no tempo.
O azul dos beijos molhados,
realçam meus sentimentos.
Me fazem sentir no espaço,
levado por lindos ventos.

É pouco este meu verso, mas puro nos sentimentos.



Anna Lucia Tavares

Alô do outro lado do recanto
Bom Dia!

Eu sou o vento
Pra me catar
tem que ser
com bons sentimentos
De mansinho
até elevar os movimentos
Então, assobio o talento...

SILVIA REGINA COSTA LIMA
Enviado por SILVIA REGINA COSTA LIMA em 30/01/2009
Reeditado em 21/06/2010
Código do texto: T1413747
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