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Campeonato de Bocha Paraolímpica da Região Centro-oeste – 2006 – Uberlândia/MG.

(Artigo publicado no site do autor: www.nardeliofernandesluz.com)

Depois de mais de um ano sem competir – devido a três horríveis cirurgias às quais fui submetido em 2005 –, lá estava eu, novamente me preparando para novo embate. Desta vez o Campeonato Regional de Bocha da Região Centro-oeste seria em Uberlândia – minha cidade. Nem por isso eu esperava moleza, pois aprendi que isso não existe numa competição seletiva.

Novamente meu sobrinho, Douglas, seria meu apoio e as dez da manhã já estávamos esperando a van que nos levaria ao Hotel Presidente – no Centro –; onde as três delegações que representam a bocha na região centro-oeste ficariam concentradas. Mas – como a perfeição é uma utopia – a van se atrasou e ao ligar para saber o motivo, descobri que todas estavam paradas, em greve – ou algo similar. Liguei para Silvania (coordenadora da nossa equipe e do evento) e ela me afirmou que já estava tentando resolver o problema. Com pouco mais ou menos uma hora de atraso, um ônibus adaptado parou em frente a minha casa – já com alguns atletas da minha equipe a bordo – e em seguida seguimos para o Centro.

Novamente me chamou atenção o nível de organização e a seriedade do evento. Na tarde de quinta-feira ali estavam os representantes e classificadores da ANDE (Associação Nacional de Desporto para Deficientes). Num salão do hotel, houve a classificação dos novatos e as reclassificações minha e da Sílvia, uma atleta excepcional de Campo Grande – responsável pela minha derrota no brasileiro do Guarujá, em 2004. Minha reclassificação foi devido ao longo período sem competir, enquanto que a da Sílvia foi por ela ter sido considerada inelegível no último brasileiro em Alfenas/2005 – por possuir movimentos acima do permitido –; e embora soubesse que seria uma das minhas mais fortes adversárias, fiquei feliz por ela voltar a competir, pois admiro a atleta que é e sobretudo a humildade que possui. No final da classificação, nove atletas da categoria BC-4 estavam aptos a jogar, empatando com a categoria BC-3 – que sempre apresentou maior número de competidores.

Embora cansado, um misto de tensão-pré-competição e cama-estranha, não me permitiu dormir bem. Acordei as três da madruga e esperei pacientemente o relógio da igreja da praça dar cinco badaladas. Esperei mais um pouco quando uma só badalada acusou cinco e meia e chamei o Douglas. Ele não demorou muito a me arrumar e, com a ajuda do Samuel – meu amigo e apoio do Edinho –, me transferiu para a cadeira e desci para o restaurante, no 1º andar. Várias pessoas já tomavam o desjejum e Silvania me auxiliou, de forma que quando Douglas desceu, eu já estava pronto. Deixei-o se alimentando e toquei minha cadeira para o ônibus adaptado que esperava na Praça Tubal Vilela – em frente ao hotel. A chuva que varara a madrugada havia se reduzido a uma garoa, mas as árvores da praça não nos deixavam ficar de todo enxutos.

O primeiro ônibus chegou lotado ao ginásio da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). A primeira coisa que notei foi que – embora de paviflex – o piso das quatro quadras montadas era péssimo. Via-se muitas lombadas e depressões, com poças d’água em várias partes. Mas conclui que se era ruim para mim e minha equipe, também o era para os outros atletas. E após a chegada do segundo ônibus e alguma preparação, deu-se a cerimônia de abertura do Campeonato Regional da Região Centro-oeste de 2006. E logo em seguida – com um atraso de pouco menos de uma hora –, iniciou-se a competição.

Com a grade de competições daquele dia em mãos, percebi algo nada agradável: na categoria BC-3, Daniele, Clodoaldo e Edinho estavam na mesma chave. E, na BC-4, eu e Valmir (Cowboy) também competiríamos. Ou seja, irremediavelmente haveria APARU eliminando APARU. Mas a coisa era feita por sorteio e não tinha como protestar, então que seguisse o propósito de toda competição: “que vença o melhor”.

No primeiro horário, Daniele ganhou do Clodoaldo por uma soma considerável de pontos e Edinho foi derrotado por um adversário de Campo Grande. No segundo horário competi com um experiente atleta de Uberaba – prata no regional em Goiânia/2004. Éramos compatíveis nas jogadas, de forma que tive de usar o fator psicológico para vencê-lo, e ainda assim o fiz por um reduzido placar de cinco a dois. Ele era muito bom e só após o fim da partida pude dar vazão àquela bola espinhenta que me dilacerava as entranhas.

A competição prosseguiu. Daniele venceu sua segunda partida e Silvia (nossa única BC-1) – que joga excepcionalmente com os pés – venceu sua primeira por um placar muito bom. Na minha categoria (BC-4), o Cowboy venceu a Sílvia de Campo Grande – e enquanto observava a partida, percebi que a menina não estava nos seus melhores dias. Na BC-3, o Edinho perdeu sua segunda partida para o Clodoaldo e Múcio (nosso único BC-2) também não foi bem na sua primeira. Em outra chave da BC-4, nosso novato João Paulo estava surpreendendo e havia vencido as duas partidas que jogou.

Faltando vinte para as dezessete, me encaminhei para o local de concentração pré-partida. Meu adversário era o Cowboy – meu amigo e companheiro de equipe. Nos treinos somos compatíveis, embora – como o João Paulo – seus movimentos e força sejam superiores aos meus. Conquanto estivesse motivado – talvez por ter vencido a forte Sílvia –, meu parceiro que naquele momento era adversário cometeu um deslize no início da nossa partida e eu me aproveitei disso. Tratei de desconcentrá-lo e o venci por um placar elástico de oito a um. Novamente meu coração desacelerou, pois eu havia completado com êxito a etapa daquele primeiro dia.

Ao final do primeiro dia de competição, eu, Daniele, João Paulo e Sílvia estávamos invictos, Múcio e Clodoaldo – que perderam suas primeiras – venceram as segundas e, na equipe da APARU, apenas o Edinho não contabilizava qualquer vitória.

À noite, após o jantar, tomei o elevador para o 4º andar – onde toda a equipe da APARU estava hospedada. O contratempo da vez era a falta de adaptação para deficientes nas suítes, de forma que tive que tomar banho num apartamento do 3º andar – cujo box era o único que me cabia. Eu e João Paulo – notavelmente os maiores da equipe – tivemos que nos banhar sempre ali, mas aquilo não constituía exatamente um transtorno. De volta ao quarto 408 – coincidência ou não, meu número de inscrição na competição –, ocupado por mim e Douglas, este pediu ajuda ao Cris – sobrinho e apoio do Múcio – para me transferir para a cama e em seguida me virou de lado, escorando minhas costas e pernas com travesseiros e deixando-me numa posição propícia para dormir.

Como na noite anterior, Douglas e os outros apoios subiram para a piscina, na cobertura. O cansaço e a tensão me fizeram apagar quase instantaneamente, mas quando meu sobrinho retornou ao quanto para dormir – pouco mais da uma da manhã – eu já estava novamente desperto. A insônia me fez companhia até por volta das quatro e meia, de forma que fui acordado as seis, tonto de sono. Novamente o ritual do meu sobrinho me arrumando e transferindo para a cadeira – o ajudante da vez era o Bruno, apoio do Cowboy. Enquanto meu apoio tomava banho e se arrumava, desci para o refeitório e com ajuda do Samuel tomei meu desjejum e encaminhei para o ônibus.
 
(Uma das coisas boas nisto tudo é a integração entre as pessoas, pois quando é preciso todos se ajudam mutuamente, independente de ser ou não adversários. E a bocha – talvez por ser um esporte voltado para pessoas extremamente dependentes – é a modalidade que mais dá lições nesse sentido.)

Novamente chovia e – como se não bastasse – fazia algum frio. E o frio é meu inimigo, dentro e fora das competições, mas principalmente nessas. Embarquei no segundo ônibus, pois novamente minha primeira partida do dia seria no segundo horário – às nove horas. Eu pegaria a Sílvia – a linda morena de Campo Grande – e se conseguisse vencê-la, já estaria nas semifinais. Minha adversária era pedreira, mas ao menos era de outra equipe, enquanto que a situação do João Paulo era pior: ele havia perdido naquela manhã e se o Cowboy chegasse às semifinais, provavelmente seriam adversários. No caso de chegar à final, eu obrigatoriamente teria que pegar um deles, mas isso era algo para me preocupar depois.

Na concentração pré-partida, eu não sabia o que me fazia tremer mais, o frio ou a tensão extrema. Olhava para minha adversária, ao lado, e ela parecia extremamente tranqüila. Mas eu sabia ser fachada, pois todas as vezes que nos embatemos, a coisa foi dura e até ali o histórico me favorecia: duas vitórias para mim (Petrópolis e Goiânia) e uma para ela (Guarujá). Mantive minha seriedade costumeira, enquanto por baixo do capuz a observava sem que notasse. De posse de um dos jogos de bolas da APARU – com os quais estou acostumado a treinar –, ganhei no “cara ou coroa” e escolhi as bolas vermelhas. Eu jogaria primeiro.

Joguei a bola-alvo – bola branca – bem próxima, à minha esquerda e consegui aproximar uma das vermelhas cerca de cinqüenta centímetros. Não era uma aproximação excepcional, tampouco ruim. Minha adversária jogou as três primeiras bolas, sendo que duas para fora e uma parou um pouco mais próxima da branca. Atirei minha segunda bola com força e consegui tirar a dela. Isto a desconcentrou ainda mais, de forma que não conseguiu aproximar mais nenhuma das suas bolas azuis. Eu – concentrado ao extremo – aproximei quatro bolas. E com quatro pontos de vantagem já na primeira parcial, usei todo meu tempo e meus recursos junto ao juiz para desconcentrar a adversária e venci sem muitas dificuldades as outras três. Final da partida: treze a zero para mim no placar.

Eu estava na semifinal e meu adversário era um novato de Campo Grande. Minha estratégia era jogar bolas longas, no fundo da quadra, pois ele utilizava as duas mãos para jogar e geralmente quem joga assim não consegue jogadas de força, mas apenas de precisão – muito bom em jogadas de curto alcance. Ele estava com as vermelhas e jogou a branca bem próxima, conseguindo uma vantagem de dois pontos. Também era frio e concentrado e já no início da segunda parcial, vi que escondia o jogo. Lancei a bola branca há dois metros do fundo da quadra e aproximei minha primeira cerca de um metro. Quando pensei ser barbada, o cara jogou com a mão esquerda com tal força que a bola saiu da quadra. Ele tinha mais força do que eu, mas a distancia dificultava sua precisão. Ainda assim, consegui apenas dois pontos. Empatamos. Na terceira parcial, tornou a jogar a bola-alvo perto e à esquerda – vantagem pra ele. Mas não conseguiu aproximar sua bola mais que quarenta centímetros e eu – numa jogada de sorte – colei minha bola na branca, entre essa e ele. Então jogou todas as dele com força – no intuito de tirar a minha –, mas na falta de precisão, errou todas. Na quarta e última parcial, joguei novamente a bola-alvo no fundo da quadra e aproveitei sua imprecisão nas bolas à distância. Eu estava na grande final.

O Cowboy venceu a outra semifinal e eu nem tinha saído da canha quando o Amado (nosso técnico) chegou para mim e jogou a bomba: “Se o Cowboy te vencer, o João Paulo fica com bronze e pega classificação para o brasileiro; se você vencer, ele sai fora. Fica na sua consciência!” Aquilo foi como um balde de água fria e me deixou fora do ar. Pensei por alguns segundos e concluí que eu não era tão nobre a ponto de estar próximo ao meu primeiro ouro e jogar para perder, ainda porque isso seria antidesportivo. Eu não tenho complexo de Rubinho Barrichello. “Enfrentarei o Valmir de igual para igual, e que vença o melhor!”, foi minha resposta.

Naquele momento estavam acontecendo as finais de outras categorias também e os dois jogos de bola da APARU estavam ocupados, sendo que as últimas seis vermelhas foram ocupadas pelo Cowboy – que havia me vencido no “cara ou coroa”. O fato de jogar com nossas bolas constituía uma grande vantagem para ele. O árbitro me arrumou um jogo de bolas azuis de não-sei-lá-quem e imediatamente me perguntei como alguém poderia ganhar com aquilo. O jogador de bocha se acostuma com as bolas que treina, de forma que estranha muito quando pega outras – pois cada jogo de bolas possui textura diferente, de modo que umas correm mais, outras menos, etc.

Começou a partida e – embora minhas bolas corressem como bolas de boliche –, as três primeiras parciais foram pau-a-pau. Venci a primeira por um a zero, o Cowboy empatou na segunda e tornei a vencer na terceira por um a zero. O embate estava sendo realmente de gelar, e a cada jogada nossa, arrancávamos aplausos entusiasmados da torcida. Era um aproximando da bola branca e o outro tirando e recolocando a dele, sem trégua. Eu olhava a torcida a minha frente e via o João Paulo tenso como uma estátua, ao lado da mãe, padrasto e outros, e um misto de emoções fervia dentro do meu peito. Na quarta parcial eu vencia por dois a zero e coloquei minha última bola bem próxima à branca, a cerca de vinte centímetros da linha limite. Na única jogada que lhe restava, o Cowboy acertou com força a bola-alvo e a jogou para fora, obrigando o árbitro a colocá-la no X no centro da quadra. Como lhe restavam três bolas, as aproximou da branca com tranqüilidade e venceu brilhantemente a partida por quatro a dois.

Eu realmente joguei para vencer e não vacilei hora nenhuma. O Cowboy me derrotou devido a sua grande competência. Mas confesso que nunca uma derrota me deixou tão aliviado. Perdi o ouro mas obtive minha primeira prata e uma sensação de alívio por não ter desclassificado o João Paulo. Já estávamos os três da categoria BC-4 da APARU classificados para o campeonato brasileiro no Rio. E ainda tinha a competição em duplas.

Exceto o Edinho, nossos outros companheiros de equipe estavam indo muito bem. Na classe BC-3, mais uma vez Daniele havia conquistado ouro (essa menina é nosso orgulho) e Clodoaldo ficou com a prata. Na BC-2, o Múcio ganhou bronze. E na BC-1, Silvia tinha acabado de conquistar a primeira medalha de ouro da sua vida. Aqui e ali, a maioria dos atletas da APARU estava arrasando nas medalhas e obtendo classificação para o brasileiro.
 
Como combinado previamente entre eu, Cowboy e João Paulo, os dois menores colocados no individual formariam a dupla para competir. Assim, eu e João Paulo partimos para a concentração. Sendo capitão, era meu direito usar os recursos junto ao juiz, no intuito de verificar distâncias, exigir medidas, escolher quem da dupla jogava, etc. E eu usava esses recursos ao máximo, mais como uma espécie de catimba psicológica para irritar os adversários, induzindo-os a erros que nem eles mesmos acreditavam. O João Paulo – menos experiente –, talvez devido à derrota na semifinal, havia perdido parte da concentração e vacilava um pouco, mas ainda assim é um jogador formidável e nossa dupla era disparadamente a favorita.

Primeiro pegamos a dupla de Uberaba – ouro e prata em Goiânia – que inclusive chegou a assustar, pois já na primeira parcial, abriu um placar de quatro a zero. Contudo, estávamos com as bolas azuis e daquela vez eram as da APARU. Na minha vez de jogar a bola-alvo a arremessei bem no centro da quadra, dificultando um pouco para meu adversário da esquerda. Ainda na segunda parcial, conseguimos igualar os quatro pontos e com isso desestruturamos um pouco a dupla adversária. Daí em diante, bastou usar a estratégia arduamente treinada e administrar a partida.

Nem saímos das canhas e já partimos para a final de duplas. A dupla de Campo Grande era composta pelo experiente Mecenas – três vezes campeão brasileiro – e por uma garota novata. O Mecenas é especialista em bolas curtas e, assim, instruí o João Paulo para jogar a bola-alvo no fundo da quadra, quando fosse sua vez de fazê-lo. Na segunda parcial já tínhamos aberto cinco pontos de vantagem e aquilo obrigou o Mecenas – capitão da dupla adversária – a trocar de parceiro. Tirou a menina e colocou o rapaz que joga com as duas mãos. Da minha parte, eu tinha conseguido colar uma das minhas bolas na branca, mas as dos adversários estavam perigosamente perto. Então pedi ao João Paulo para jogar as bolas dele fora, a fim de não corrermos qualquer risco. O rapaz novato jogou muito bem, mas ainda assim não conseguiu evitar os seis a zero na terceira parcial. Estávamos tranqüilos, pois eles podiam no máximo empatar conosco e obrigar uma quinta e definitiva parcial. Aproximei uma das minhas bolas e o mecenas não conseguiu jogada melhor. A partida já estava ganha. O rapaz ainda colou uma das suas bolas no alvo, mas tínhamos bolas mais próximas que as outras deles, de forma que conseguiu apenas um ponto. Novamente instruí o João Paulo a jogar fora as bolas dele, a fim de não correr risco de aumentar os pontos adversários. Placar final: seis para a APARU, um para a ADD. O ouro da competição em duplas era nosso.

Daniele e Edinho ganharam prata nas duplas da classe BC-3. E embora no geral nossa equipe tenha sido a vencedora, a surpresa que nos deixou boquiabertos veio na forma do troféu de 3º lugar. Na bocha, o primeiro quesito sempre foi o número de vitórias e valor das medalhas – e nisso fomos ouro em três das quatro categorias e prata em duas –, e o segundo quesito era a contagem de pontos. Não se sabe por quê cargas d’água mudaram essa regra – coisa que não sabíamos até aquele momento –, usando a contagem de pontos como quesito principal para a premiação. Na hora nos pareceu “marmelada”, pois até pelo número expressivo de vitórias, nossa equipe pontuou muito mais que as outras. Então lembrei do fato de termos competido com membros da nossa própria equipe, e os pontos que cada um fazia, contavam negativamente para o outro. De forma alguma aquela mudança repentina de quesitos era justa, mas os representantes da ANDE estavam ali e são eles que fazem as regras. No final, a APARU ficou em terceiro lugar com 89 pontos, a ADD de Campo Grande em segundo com 90 pontos e o grande troféu ficou com a ADEFU de Uberaba com 91 pontos. Por incrível que pareça, coincidência ou não, a diferença de uma equipe para a outra foi de apenas um ponto.

Esse injusto terceiro lugar está até agora atravessado na garganta de todos nós da APARU, mas o que importa realmente é que classificamos quase toda nossa equipe para o Campeonato Brasileiro de Bocha de 2006, no Rio de Janeiro, de 09 a 13 de maio. A Seleção Regional Centro-oeste será composta por sete atletas de Uberlândia, dois de Uberaba e dois de Campo Grande. O mais importante agora é treinar bastante e nos preparamos para o brasileiro, pois lá enfrentaremos a elite da bocha nacional, na seletiva para o Boccia World Championship (Campeonato Mundial) no final do ano.

Nardélio Luz
Enviado por Nardélio Luz em 12/04/2006
Reeditado em 29/11/2007
Código do texto: T138039

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Sobre o autor
Nardélio Luz
Uberlândia - Minas Gerais - Brasil, 49 anos
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