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Texto

O início do ministério de Jesus aos trinta anos.

 
   Lucas afirma que Jesus tinha cerca de trinta anos ao começar o seu ministério (no ano 17), e não ao ser batizado, como geralmente se confunde e se afirma; e ele enfatiza isto dizendo:

   “Era como se cuidava”.

   Ou seja, “era como se observava” em cumprimento a Lei de Moisés, que prescreve que a idade para servir ou ter algum encargo na tenda (ministério) da congregação (templo) deveria ser de trinta anos para cima até aos cinquenta anos (Lc 3:23 , Nm 4:3,23,30,35,39,43,47).

     João Batista era seis meses mais velho do que Jesus, mas testemunha que Jesus já existia antes dele: como Filho de Deus  e por Jesus ter iniciado o seu ministério no Templo doze anos antes dele, Joaõ Batista, ter iniciado o seu ministério de Batismo.
    (Lc 1:24,26,30,31).

    Jesus, sendo primogênito e levita por parte de mãe (Lc 1:5,36, Nm 8:5-26) desde os 30 anos idade, no ano 17, já exercia o seu ministério entre os sacerdotes e levitas no Templo (Jo 1:15,19,26,30,31).

    João Batista, primogênito e levita, filho de Isabel e Zacarias que era sacerdote numa das cidades situada na região montanhosa de Judá (Lc 1:5, 39), só começou seu ministério de BATISMO doze anos
 depois dos 30 anos de idade, quando tinha 42 anos, no ano 29.
    Neste interregno, entre os 30 e 42, João Batista viveu entre a sinagoga de sua cidade natal e no deserto (Lc 3:1-3,23).

   “Eu batizo com água; mas, no meio de vós (Jesus estava na companhia destes sacerdotes e levitas), está quem vós não conheceis”... (eles não conheciam ainda a  missão de Jesus, como o Messias anunciado pelos profetas - Nm 24:17 , Dt 18:15 -, mas, o conheciam como um dos seus, que também servia no Templo, junto com eles)” (Jo 1:19-33).

   Quando João disse isso, aos sacerdotes e levitas, do partido dos fariseus, que haviam sido enviados de Jerusalém (Jo 1:19,24), Jesus estava no meio deles, e certamente João Batista o reconheceu, tanto em Espírito, pois João era profeta,  como também fisionomicamente, pois eram primos.

   João Batista, 42 anos antes, já quase perto dos seus nove meses,  ESTREMECEU no ventre de sua mãe, Isabel, diante da presença de Jesus, que estava no ventre de Maria, em seu terceiro mês de gravidez (Lc 1:41).
    Imagine-se então, neste episódio em que se encontram, 42 anos depois, já adultos e fora dos ventres maternos, qual não foi a vibração do Espírito em João.

    Logo a seguir João diz à estes enviados:
    “no meio de vós está quem vós não conheceis” (Jo 1:26).

    NO OUTRO DIA  Jesus voltou para conversar com João, pois ele o conhecia vagamente, de alguma solenidade familiar já de tempos distantes. E Jesus foi batizado por João (Jo 1:29,31-33).

    Tanto é assim, que João Batista, tendo pouco conhecimento de Jesus, tempos depois enviou alguns de seus discípulos para que  Jesus confirmasse o que ele, João, pregava: que Jesus era o Messias prometido (Lc 7:20).

    Jesus era tão familiar aos sacerdotes e levitas, do partido dos fariseus (Jo 1:24) pois com eles convivia no Templo, dos 30 aos 43 anos de idade.

    (OB.: 1) Jesus pouco se referiu aos saduceus, que em termos da verdadeira fé, eram piores do que os fariseus, pois eram helenistas (filósofos) e não acreditavam na ressurreição.
   2) Algumas pessoas, desinformadas biblicamente e, outras, mal intencionadas, hoje e ao longo da História, querem fazer crer, sem provas, de que Jesus era do partido dos essênios (que eram místicos, ascéticos, puritanos, moralistas, legalistas ... coisas que Jesus pouco se importava); e com isto fazer de Jesus uma pessoa comum, e retirar Jesus  do centro e da essência das Escrituras Sagradas, e também tornar a Bíblia mais um, entre tantos livros religiosos destes ímpios.
  3) Jesus, embora tenha convivido com os fariseus, não tinha partido nenhum ).

    Com isso podemos entender porque Jesus chamava os fariseus de “raça de víboras, sepulcros caiados ... hipócritas” (Mt 23), pois, os conhecia bem, por ter convividos com eles: da ganância e da falsa piedade deles.
    Certamente Jesus não diria isto sobre eles, levianamente, pois, em primeiro lugar Jesus é o único Justo, e em segundo lugar a Lei o impedia de proceder assim (Dt  17:12,13 , At 23:5)
    Também eles conheciam a Jesus a ponto de saber a sua idade (Jo 8:57), o local de onde viera e a sua família.

    E qual era o encargo de Jesus no Templo?

    Tudo indica que era o de carpintaria e obras, pois os judeus não questionaram Jesus sobre a sua capacidade de reconstruir o Templo, pois sabiam que ele era carpinteiro e entendia de construção
   (Jo 2:18-20).

    Os judeus questionaram a Jesus  sobre a exiguidade de tempo, de três dias,  que ele disse que iria levar para reconstruir o Templo, pois essa obra levou 46 anos para ser finalizada.

    Também esse encargo de Jesus poderia ser o de fiscalizar a
ordem no Templo, pois Jesus expulsou os que ali vendiam.

    Mas, o mais provável era a de que ele ensinasse as Escrituras Sagradas ao povo, na "casa de seu Pai" (Lc 1:49) pois fazia isso diariamente.

    Os judeus enviados da parte dos fariseus, querendo arranjar um motivo para o prender, perguntaram-lhe quem lhe dera autoridade para fazer tais coisas (expulsar os cambistas e ensinar ao povo) (Lc 19:45,47 e 20:2), pois, provavelmente Jesus, no ano 34, não tinha mais encargos no Templo.

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   Jesus procedia de uma estirpe real (da casa de Davi, de Judá filho de Jacó) por parte de seu pai adotivo, José.

   E também de uma estirpe sacerdotal (da descendência de Arão, irmão de Moisés), por parte de Maria, sua mãe.

   A descendência real de Jesus foi profetizada 1842 anos antes de seu nascimento, por Jacó (Gn 49:10-12).

    A descendência sacerdotal de Jesus foi profetizada já quase no fim do Êxodo, em 1403 a.C. por Moisés:

  "O Senhor, teu Deus, te suscitará um profeta do meio de ti,  DE TEUS IRMÃOS, semelhante a mim; a ele ouvirás, ..."
   (Dt 18:15 , At 3:22,26 , Is 42:1,6 , Lc 1:35).
   
   Moisés especifica bem quem é este profeta:
   Este profeta descenderia diretamente de Moisés e de Arão, da tribo de Levi  (Nm 18:2).


   Jesus, por parte de seu pai adotivo, José, era da tribo de Judá (Hb 7:14), e isto, em cumprimento a lei de Moisés que era um mandamento carnal (Hb 7:16) não lhe permitia o sacerdócio no Templo.
   Por causa da sua fraqueza e inutilidade, a lei mosaica foi revogada para os seguidores de Cristo Jesus, pois tal lei  nunca aperfeiçoou coisa alguma (Hb 7:18,19)
   Por parte de sua mãe, Maria, Jesus procedia da tribo de Levi.
     
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  JESUS SABIA E SABE O DIA EM QUE VIRÁ NOVAMENTE

  Jesus disse aos seus discípulos, no final do ano 35:

“Mas a respeito daquele dia e hora (da sua 2ª vinda) ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o filho, senão o Pai” (Mt 24:36).

  Jesus também disse numa ocasião anterior, que ele e seu Pai trabalhavam (João 5:17), ou seja: o plano de salvação estava em processo de construção, que foi plenamente concluído quando ele foi crucificado e ressuscitou no terceiro dia, e assim se cumpriu este plano do Senhor Deus (Gn 3:15).

   Este plano não foi uma tirania de Deus-Pai contra o seu Filho, Jesus. Teve que ter a anuência de Jesus.

  Jesus hesitou por segundos, e em agonia suou sangue na sua oração ao Pai, quando teve que tomar a decisão de continuar com este plano do Pai, no jardim do Getsêmani (Lc 22:39-46).

  Jesus se quisesse, poderia não ter continuado com este plano de salvação.

   Deus-Pai certamente respeitaria esta decisão de seu Filho.

   Neste caso, não teria sentido Jesus voltar novamente para buscar os seus redimidos do pecado.

  Se Jesus soubesse o dia de sua vinda, antes da consumação deste plano, na cruz, teria sido uma coisa imposta, tirânia de Deus Pai sem o consentimento de seu Filho... mas Jesus consentiu, por amor a nós.

  Se os discípulos tivessem feito esta pergunta depois que Jesus ressuscitou (ocasião em que estava concluído este plano de salvação), certamente Jesus lhes teria dito em que hora, dia, mês e ano ele viria novamente.

  Mas quis a sabedoria divina que não houvesse esta pergunta, para que ninguém ficasse por demais angustiado com os dois mil anos que teriam que suportar e aguardar para esta segunda vinda.

    OS ANJOS DESTRUIDORES SABEM
    a hora, o dia, o mês e o ano...
    em que destruirão a terra.

   Em 2018 serão soltos os 4 anjos  que se acham atados junto ao rio Eufrates, e eles reunirão o seu exército de (semelhantes) de cavalos que totaliza "vinte mil vezes dez milhares", ou seja 200 milhões (Ap 9:14-19).
   Estes 4 anjos sabiam por volta do ano 100, a hora, o dia, o mês e o ano em que iriam matar 1/3 da população mundial (eles matarão numa só hora 2,5 bilhões de pessoas).

   Esta destruição se dará no "tempo do fim", em torno de um ano antes da segunda vinda de Jesus em 2019.

   Quem informou isto a João foi o próprio Jesus, através de seu anjo (Ap 22:16).
   Se Jesus sabia o dia desta destruição, por que não saberia, no ano 100, o dia de sua vinda ?

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    Jesus NÃO nos proibiu de calcularmos o ANO de sua vinda

  "O dia e a hora ninguém sabe"  (Mt 25:13) é o velho e surrado chavão com que retrucam os que se acham sábios perante os seus olhos.

  Nem se dão ao trabalho de estudar mais profundamente este assunto... seus egos não permitem.

  Esses tais, pensam que são sábios, mas, são faltos de raciocínio, pois, não sabem uma coisa primária:

  que dia é dia; hora é hora; e ano é ano.

  Jesus falou de "dia e hora" e não de "ano".

  Jesus não nos proibiu de calcularmos o ANO de sua vinda.

  E tudo o que não nos é proibido na Bíblia, nos é lícito.

  "Quem comigo não ajunta... espalha!" diz Jesus.

  Com essa contumás pré disposição para se oporem, irrazoavelmente (que beira ao fanatismo) esses tais, perdem a oportunidade de motivar o povo de Deus para a vinda de Jesus, que se dará em 2019, e de preparar o povo de Deus para suportar a Grande Tribulação que teremos de 2015-2019.

"NÃO HAVENDO PROFECIA O POVO SE CORROMPE"   (Pv 29:18)

 e neste fim dos tempos, a profecia é o Apocalipse.

  A grande motivação dos cristãos hoje, tem que ser esta expectativa da vinda de Jesus ... é a melhor forma de conseguirmos aturar este mundo de pecados mil... ou arriscamo-nos a perder a fé, e nos afundar também com os ímpios  ("Haverá fé quando Jesus voltar? " - Lc 18:8).

  O ano pode ser calculado sim, e é negligência nossa se, podendo,  não o fizermos.

  A maioria dos cristãos, neste tempo do fim, estão vivendo como os ímpios: despreocupados com as coisas de Deus.

  Suas preocupações são as mesmas dos ímpios: viver uma vida de riquezas, gozo  e sucessos neste mundo.

  Levam esta vida se preparando, estafando-se em fadigas, em seus trabalhos e estudos mundanos para galgarem profissões rendosas e respeitáveis... para ganharem  status, galardões dos homens.

  À respeito disto Paulo disse:

"Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é satisfazer àquele (Jesus) que o arregimentou." (2Tm 2:4).

 Quando um homem de Deus fala do Apocalipse para um ímpio, ele fica horrorizado, e nos despreza, nos tendo por tolos, e nos insulta, e vez por outra nos agride.

 Os cristãos "de fachada" (*os que ajem com má fé nisto) fazem pior: nos tem por falsos profetas e mentirosos (tais hipócritas nem sabem o que é um falso profeta... e provavelmente até estejam seguindo a um... na sua igreja).

    E externando a sua arrogância, dizem um dito, que embora bíblico, eles tornaram-no lugar-comum:

   “Ninguém sabe o dia e a hora que Jesus virá!”.

  Com este dito sacro, mas dito de modo jocoso, esses tais (cristãos) demonstram a sua ignorância ou pior,

  em algumas vezes, a sua má fé.

  Tais cristãos "de fachada" não AMAM o dia da vinda de Jesus (2Tm 4:8, 2Pe 3:12).

  Querem que este mundo que Deus amalçoou  (Gn 3:3:17, 5:29) se prolongue indefinidamente, pois eles amam este mundo muito mais do que a Jesus.

  Tais cristãos "estão de bem com esta vida" e não se importam com o sofrimento de bilhões de pessoas que sofrem.

  Tais cristãos, no fundo de seus corações , agem  como os ímpios, e querem que esta vinda de Jesus não passe de uma lenda, de mais uma das crendices e fantasias populares.

  Jesus não nos proibiu de saber o ano ou o TEMPO em que ele viria .

  (*tempo era também como os judeus denominavam o ano - Dn 2:21).

   Antes, pelo contrário, Jesus  disse em  que tempo que ele viria:

 “Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já os seus ramos se renovam e as folhas brotam, sabeis que está próximo o verão. Assim também vós: quando virdes todas estas coisas, sabeis que está próximo, às portas (a sua vinda)... não passará esta GERAÇÃO, sem que tudo isso aconteça.” (Mt 24:32-36).

 TRÊS GERAÇÕES JÁ SE PASSARAM:
 A DA FÉ; A DA LEI; E A DA FÉ/GRAÇA.

A primeira geração (a da fé) durou 2048 anos e foi de Adão até a aliança de Deus com Abraão, quando ele tinha 100 anos, do ano 4107 a 2059 a.C.

A segunda geração (da fé e Lei de Moisés) durou 2046 anos, iniciando com o nascimento de Isaque, foi concluída no ano 13 a.C, com o nascimento de Jesus.

A terceira geração (da fé e da graça) levará 2032 anos, iniciando-se com o nascimento de Jesus no ano 13 a.C. e será concluída nesta sua segunda vinda em 2019.

 * Cada geração espiritual de Deus dura 2000 anos (em torno disto). (Êxodo 20:6  conforme a Torá).

  "... e faço misericórdia até DUAS mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos" .

   E por fim, Jesus diz em que tempo seria isso, se referindo a vinda da abominação desoladora, que Daniel falou (Mt 24:15).

 “E quando se acabar a destruição do poder do povo santo, estas coisas todas se cumprirão... Vai Daniel porque estas palavras estão encerradas e seladas até o tempo do fim. Muitos serão purificados, embranquecidos e provados; mas os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, MAS, os sábios entenderão.” (Dn 12:7-10).

   No tempo do fim, haverá alguns cristãos SABIOS que entenderão o que estava lacrado e selado nos livros (Daniel 12:1,8,9,10,  11:33-35) e o principal deste entendimento é saber quando se dará a vinda de Cristo, pois é dito que isto se daria depois de um tempo (360 anos), dois tempos (720 anos) e metade de um tempo (180 anos).

  Este tempo começou a ocorrer depois do início da destruição do PODER do povo santo (no ano 754, quando os papas começaram o seu governo terreno).

  Este "poder" é o nosso sacrifício de louvor e está descrito em Hebreus 13:15,16

  Some-se o ano 754+1260 (360+720+180) e teremos o ano 2014 para a destruição final deste poder do povo santo, e para o  início da grande tribulação; quando as duas testemunhas (Velho e Novo Testamento) serão mortas (proibidas, ou substituídas por uma anti-Bíblia), e por 3,5 ano ficaram penduradas na praça da cidade que se chama Sodoma e Egito (Roma, como era assim qualificada no ano 100)(Ap 11).

Some-se 2014,5+3,5 (Grande Tribulação) n= 2019.

   DEUS NADA DE MAL FAZ AO HOMEM, SEM QUE PRIMEIRO
   O NOTIFIQUE, ATRAVÉS DE SEUS PROFETAS. (Am 3:6,7)

Deus avisou ao homem que mandaria o Dilúvio com uma antecedência de 120 anos, e, novamente o fez, 7 anos antes dele ocorrer (7 dias bíblicos = 7 anos), (Gn 6:3, 7:4), (Nm 14:34, Ez 4:7).

Também agora, neste fim dos tempos, 2011-2018, o Senhor Deus fala atrávés de seus profetas, pois constituiu profetas para isto:


"E acontecerá, nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos jovens terão visões, e sonharão vossos velhos; ...

  Mostrarei prodígios em cima nos céus (fenômenos cosmológicos inimagináveis) e sinais embaixo na terra (terremotos, tsunames, tornados, etc, em grande monta e de enormes destruições): sangue, fogo e vapor de fumaça.

 O sol se converterá em trevas (no fim deste período), e a lua em sangue, antes que venha o grande e glorioso Dia do Senhor (vinda de Jesus em 2019)..."     (At 2:17-21).

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FIM DOS TEMPOS: O ENCOBERTO DESCOBERTO
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Darci Ubirajara
Enviado por Darci Ubirajara em 04/12/2010
Reeditado em 17/04/2014
Código do texto: T2652869
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Darci Ubirajara
Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil, 64 anos
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