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Perfil

Meu nome é Walter Ferreira Brito Júnior, conhecido como Walter Brito, assino minhas obras com o pseudônimo de José Aleixo, esse meu Avô Materno. Nascido em Santos-SP em 11/05/1964, ano da Revolução, cresci assistindo os desmandos do Comunismo e como também a intervenção dos Militares no Governo, onde aprendi que o Comunismo é uma afronta aos direitos da humanidade, quando digo humanidade, refiro-me a toda a humanidade, não tão somente a nossa população.
Joguei bola de forma amadora na Ferroviária de São Vicente-SP, a primeira Cidade do Brasil, onde o futebol é realmente uma arte, sem fins lucrativos, onde todos os jogadores, técnicos e diretores esportivos se ajudam, seja em comprar uma bola, fazer aquela vaquinha para conseguir dinheiro para os uniformes, onde realmente impera o gosto pelo esporte, nas peladas que fazíamos na rua ou em campinhos de futebol em terrenos baldios, com traves feitas de madeira e sendo que a carpina era toda feita pela galera.
Estudei até a 8ª série na Escolinha da Sorocabana onde repeti na 7ª série, e acreditem fui reprovado em uma redação de língua portuguesa, bairro de ferroviários, pertencente ao Bairro do Catiapoã em São Vicente-SP, filho, irmão, neto, bisneto, sobrinho, primo e amigo de Ferroviários, onde vi o Brasil sendo conduzido através de trilhos. Terminei meus estudos do Colegial ou Ensino Médio, através do Telecurso Segundo Grau em Conceição das Alagoas-MG, onde moro atualmente, porém pouco paro nessa Cidade Mineira, pois trabalho para a construção civil pesada, muitos desses anos na Odebrecht, tendo esse início na CBPO – Companhia Brasileira de Projetos e Obras, onde tenho fincada e solidificada várias amizades e conhecimentos, que me trouxeram nesse instante a realizar um sonho que sempre tive, de escrever um livro, canções e poemas. Nesse instante, como dizia, estou apto para esse propósito, pois tinha comigo um velho dito popular, o Homem nasce, cresce, planta uma árvore e escreve um Livro. Faltava nesse processo, plantar uma árvore, o que aconteceu nesse ano de 2014, no canteiro da Quebec Apiacás Engenharia S.A., onde plantei vários mamoeiros.
Casado com Maria Bernadete Palheiro Agostinho Brito, e pai de Everton Agostinho Brito os quais agradeço e estendo esse agradecimento a todos da minha família e amigos que acreditaram no meu potencial de Poeta e Escritor, sem esquecer minha Mãe Turmalina Brígida Brito e meu Pai Walter Ferreira Brito (in memoriam), e sem deixar de citar meus avôs José Aleixo e Ponciano Ferreira Brito.
Agradecimentos também aos meus Irmãos Wlademir, Wagner, Vanessa, Leonor, Kacia e Rafael, esses três últimos irmãos de coração, mas nem por isso menos irmãos que os demais. Meus sogros Roldão e Julia, todos os meus sobrinhos de sangue e sobrinhos da minha esposa também, cunhados e concunhados, primos, amigos sem deixar de fora o Ronaldo, Gargamel, Ariston, Gel, Beto (in memoriam), Julio César, meus tios e tias, meus primos, não irei citar nomes para não ocorrer na indelicadeza de deixar algum de fora, portanto estendido a todos que sabem serem meus tios, tias, primos, primas e amigos que porventura deixei de citar.