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CHARLIE SPENCER CHAPLIN, O GÊNIO


Um Comediante, um astro, um homem chamado Charlie Spencer Chaplin.



Calças largas, uma casaca apertada, botinas enormes e chapéu-coco. Com essas roupas estranhas, que completou com uma vara de bambu como bengala e um gracioso bigodinho, nasceu, no dia 2 de fevereiro de 1914, o imortal Carlitos, o personagem mais estimado e universal do cinema

" A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios... Por isso, cante, ria, dance, chore e viva intensamente cada momento de sua vida... Antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos".

(Charlie Chaplin)



INTRODUÇÃO


A revolução Industrial substituiu a energia física em energia mecânica. As máquinas começariam a substituir homens. Não haviam leis que garantissem os direitos trabalhistas.

Os trabalhadores eram escravizados, empregos quase não haviam, a situação de jugo e exploração imposta pela classe dominante, não deixava a salvo nem as mulheres e crianças...

Surgiu ao palco da vida a Revolução Industrial resoluta, abraçada por gênios que vem munidos de qualidades boas ou más, mas sempre transformadoras de um tempo, de uma classe e deixam, sobremaneira, sua marca na história.

Entre esses gênios estava ele, um pobre menino, nascido no subúrbio de Londres, Inglaterra, veio com luz própria, do jeito que nascem os grandes astros, embalados por grandes constelações.

A Via Láctea sorriu e chorou...Sobre a constelação que rege à terra, mais um Astro surgiu e ela sorriu. Viu nascer um astro muito brilhante e depois chorou. Teve que emprestá-lo ao andar de baixo, numa época turbulenta. Os personagens que iniciariam essa história estavam perdidos em meio às transformações sociais e econômicas porquanto todos eram vítimas, dos algozes espertalhões...

Era necessário emprestar à terra um astro de poderosa luz. As pessoas necessitavam ser menos tristes, precisavam sonhar com um mundo melhor, embaladas ao som do silêncio poderiam sentir e ter mais emoção.


Aquele silêncio tinha som, trazia às grandes telas, pretas e brancas, a ingenuidade suave do maior e melhor dos atores que passou pelo mundo. Essa é a história de CHAPLIN, o "Vagabundo" mais elegante do planêta.


CONTEXTO HISTÓRICO

No dia 16 de abril de 1889 nasceu o Carlitos, CHARLIE SPENCER CHAPLIN, em London, Inglaterra. Era filho de uma atriz de comédia, Lili Harley (Hannah) e de Charlie Chaplin, também artista do music-hall.

Charlie PAI abandonou a família quando o pequeno filho ainda nada sabia. Sua mãe, pobre senhora, só e doente, vitimada por laringite, com dois filhos, ficou impossibilitada de se apresentar nos palcos e seu
ganha-pão fora comprometido.

De tanto passar fome e de servir aos filhos, diáriamente, sopa de cabeça de peixe, ela foi enlouquecendo, perdendo a razão...O grande sofrimento lhe causou depressão nervosa e ela foi definhando, necessitando de cuidados urgentes.


Ainda assim, Hannah, apresentou-se num show para cantar. Sua voz não saía, ela nada podia...A laringite a perseguia e o fracasso a consumia.

Diante de uma platéia que a vaiava ela ficou atônita. Aos gritos, mandavam que ela saísse. Horrível! Fora maltratada, enxovalhada, escorraçada. Pobre Hannah!

O público exaltado jogou sobre ela vários objetos e a adorável senhora sem arte, sem pão, humilhada, desiste e sai...

O pequenino filho entendeu o que estava acontecendo e, penalizado de sua mãe, vendo-a transtornada, com apenas 5 anos de idade, Carlitos Chaplin, tomou o palco em seu lugar...

Cantou graciosamente. Fez a platéia vibrar e ovacionar
Agradecidos, moedas começaram a jogar e o pequeno pulava, girava e caia 
para as moedas apanhar.

As poucas moedas mataram sua fome e de sua família.
Lhe serviram também como ingresso para o Show-Business.
Naquele momento, aquelas pessoas viram surgir um talento. Foram testemunhas eternas do aparecimento daquele que iria ser mais iluminado do que a ribalta que ele tanto gostava e que eternizou com sua inesquecível melodia.

A fome e a dor foram presságios de que um dia tudo passaria.
Do mundo, ele nada entendia, não compreendia tanta tirania.
Eram ameaçados pela fome, miséria, pelo egoísmo e pela hipocrisia.


Por que sua mãe, pobre senhora, tinha que ser internada? O que será que ele faria?
Para um lar de menores ele foi levado um dia.

Esbravejou, chorou, correu. Desejou libertar-se das mãos fortes que o seguravam, mas ele não conseguia. Mesmo escorregando, saltando, pulando e tentando fugir, nada adiantou e o pobre menino no lar para órfãos ficou.

Passou dois anos de sua vida naquele lugar que não tinha qualquer humor, menos ainda a típica ironia Chapliana, aquela que ele usou para sensibilizar o público do mundo inteiro;

Ele e o irmão, logrados a viverem distantes da querida mãe sofreram muito, mas tudo aquilo, indiretamente, os fortalecia. Para eles, um horror, mas a dor fez com que eles encontrassem forças para saírem vitoriosos daquela lamentável situação.

Chaplin sabia usar tudo com proveito... Tinha o QI elevado e Era um gênio devidamente comprovado.

Era nostálgico, porém forte... Tinha fé em si mesmo e nas mudanças que ele poderia fazer.

Era uma pessoa versátil e volátil no bom sentido. Foi, na realidade, um empreendedor de sonhos,

Apostava em tudo que queria
Desejava vencer sem nenhuma hipocrisia
Sua verdade o acompanhou por caminhos
Das realizações dos sonhos adormecidos.

Da imaginação para a realidade, tudo era possível,
mas, ao contrário, as transformações ocorriam
da realidade para a imaginação,
trazidas das reservas do seu coração.


E ele, o nobre vagabundo,
Transformou o cotidiano do subúrbio em arte.
Mostrou ao mundo que em tudo há vida
Há luz, há sonhos, há força em toda parte.


"Não preciso me drogar para ser um gênio;
não preciso ser um gênio para ser humano,
mas preciso do seu sorriso para ser feliz."


O teatro, freqüentado por soldados,
não era local recomendado, era censurado
mas não fosse por esse lugar,
não teríamos o gênio das artes cênicas a reinar

Sua paixão pelo teatro foi herdado de sua família
Um grande legado deixado por sua gente.
A sua verve era voltada para a interpretação,
para o caminhar pelo mundo da imaginação.


O mundo vivaz que anima o poeta,
o orador, o conversador...
O mundo das telas, dos palcos, dos sonhos
O mundo mágico que encanta.


"A beleza existe em tudo - tanto no bem como no mal.
Mas somente os artistas e poetas sabem encontrá-la."



CAMINHAR NA HISTÓRIA, NO RASTRO DE CHAPLIN, ME FAZ MAIS FELIZ ...


Conheceu os favores das prostitutas em França, Paris,
O despertar para sua vida conquistou de forma serena
Os irmãos Lumiére, George Méliés e Max Linder,
lhe deram a esperança, a magia do cinema.


A Broadway, um dia, dispensou o ator
por não entender o seu humor.
Mas o que foi que ele fez?
Humor inglês, e o americano não gostou


Entre a orquestra e o pano de boca
na parte externa do palco, existem luzes radiantes
São as Luzes da Ribalta que iluminam o palco
E ostentam de cores o espetáculo


Ele surgiu dando sua cambalhota,
Imitando um bêbado com gracejos, natos de um artista.
Palhaço, sanhaço, arrebatador, sonhador
Chaplin encantou, bradou, inventou, criou.


Numa guarda roupas do estúdio, largados num canto qualquer
Teve uma idéia mágica, expcepcional, sem igual
Que lhe fora dada pelos Deuses do Olimpo
Como o Apolo, com qualidades atléticas, musicais e poéticas.

Ele olhou para aqueles frangalhos e pensou: EUREKA!
Remendou sua encenação com panos velhos
Com retalhos, trapos, com roupas sem cor e brilho,
mas somente esquecidas...


"Não se julga um homem pelos trapos que o vestes, e sim pelo seu caráter".

Para que pudesse explorar a forma de se comunicar
Ele foi coberto, naquele momento, pelo pó da criação
Inventou a roupagem que seria sua linguagem
Deixando sua marca de um elegante vagabundo.


Cujo estilista era o acaso e o brilho era a glória,
Sua mais fiel e honesta companheira.
A glória soube reconhecê-lo com honestidade
Nos nefandos episódios da vida...da vida em glória.

"Por simples bom senso, não acredito em Deus. Em nenhum."

O Vagabundo de fraque, chapéu Côco,
bigode e bengalinha,
sapatos compridos,
Rosto como se fora pintado


Amortalhada, jazendo
mazela gargalhada
Fora encarnado pelo gênio cênico.
O maior de todos nascido na terra...


Inspirou-se em sua infância pobre,
que viveu no interior da Inglaterra.
Surgiu, então, o Vagabundo,
uma figura humana, adorada em todo mundo.

Uma marca que ficou, e que jamais se apagará
Este personagem surgiu ingênuo, tímido,
denunciando as injustiças sociais...

"Esta maneira de querer fazer com que a pobreza do próximo
seja atraente é péssima.
Eu ainda não conheci um pobre que sinta falta da pobreza
ou que se sinta livre sendo pobre".


Mostrava que quem vive na penúria também é gente,
é um ser capaz, sabe chorar, sabe fazer sorrir...
Sabe amar como qualquer ser ou até mais.
Vinculou-se a fama, porque sua vida era um espetáculo.

Ser feliz para ele era fazer as pessoas felizes.
Mas ele era um felizardo, privilegiado
Tinha um trunfo, uma carta na manga...
Tinha sua arte.


Juntou tudo que aprendeu no asilo para órfãos
Encontrou elementos fortes para utilizar nos roteiros de seus filmes.
Ele nada sabia, mas sua força o emourrava para frente,
E a todos, com certeza, levaria muita alegria.


Arte bela, arte sadia,
Arte que faz nascer delírios
Arte que rouba aplausos
Arte que traz à realidade um sorriso.


Arte de um comediante que, as vezes triste,
chora, mas se apruma e se agiganta
Arte de quem foi um mestre do sorriso...
Um mestre de fazer alguém feliz

"Eu continuo a ser uma coisa só: um palhaço, o que me coloca em nível mais alto do que o de qualquer político."

Começou mudo, sem nada dizer,
mas o seu silêncio foi sua patente.
Sorria maroto, o garoto
Sorria sincero, genuíno, mero.


Suas falanges remexiam-se em gestos acintosos
e frenéticos, de pura expressão.
Os seus olhos refletiam seu coração.
Os seus trejeitos, alegres, espantados ou tristes
encantavam sempre extasiadas multidões.


Seus pés claudicavam, mas seguiam em frente
Suas mãos e seu corpo eram pura pantomima
Seu olhar avexado, doce e engraçado
Fizeram dele um palhaço, alegria que contamina.


"Sem minha mãe, acho que jamais teria me saído bem na pantomima.
Ela possuía a mímica mais notável que já vi. As vezes,
ficava durante horas à janela olhando para a rua e reproduzindo com as mãos, os olhos e a expressão de sua fisionomia tudo o que se passava lá em baixo. E foi observando-a assim que eu aprendi não somente a traduzir as emoções com as minhas mãos e meu rosto, mas sobretudo a estudar o homem."


Era lírico, eloqüente e em suas nuances interpretativas,
nos emprestava seu brilho.
Sua fiel platéia não tinha classe nem etnia.
Tinha apenas um grande sorriso estampado no rosto, de pura alegria.


Entre uma cena e outra, ele se mantinha a criar,
estava sempre atento para sua arte continuar.
Seus cálculos intensionavam o resultado de horas alegres
Ele era o mestre do sorriso, mestre da simpatia.


"Estou sempre alegre.  Essa é a maneira de resolver os problemas da vida."

Sorrir? Quase não fez isso,
Poucos entendiam o que ele fazia.
O cinema mudo lhe acendeu a idéia
Que sua mímica lhe renderia o reconhecimento.


Suas palavras, no papel, traduziam seu mais puro e fiel pensamento.
Pensamento nobre, conciso, sonhador,
Para muitos de um palhaço, mas para todos que o reconheciam, de um sério apaixonado.


"Não sois máquinas! Homens é o que sois!"

Charlie Chaplin, um mestre também na música . O genial artista compôs a trilha de vários de seus filmes e, como não sabia escrever partituras, cantarolava as melodias para que seus colaboradores orquestrassem a improvisação. Chaplin utilizava a música como contraponto para satirizar e enfatizar os sentimentos.

"A beleza
é a única coisa
preciosa na vida.
É difícil encontrá-la
Mas quem consegue,
descobre tudo."


Compôs trilhas e efeitos sonoros para seus filmes mudos, 
sem diálogos, mas com a magia da comunicação gestual.
Nunca houve artista igual, tão correto, tão fenomenal.
Sábio, aprendiz, intelectual, ator imortal

Ou dublê de si mesmo, um fenômeno genial?

"Se não consegues entender
que o céu deve estar dentro
de ti, é inútil buscá-lo
acima das nuvens
e ao lado das estrelas.
Por mais que tenhas errado
e erres, para ti haverá
sempre esperança,
enquanto te envergonhares
de teus erros."


Mesmo tendo vivido anos nos Estados Unidos,
Charlie nunca desejou a cidadania Americana.
Ele não acreditava em padrões patrióticos.
Seu pensamento, assim como seu corpo, era livre.


Ele pertencia ao mundo e o mundo lhe pertencia.
Inteligentemente, rompia as fronteiras endurecidas pelo sentimento humano rejeitando qualquer tipo de patriotismo e de conceitos tidos como irracionais.
Padrões? Só os morais.
Moral? O amor, o sonho, a força do trabalho, a arte e nada mais.


Em seus textos proclamou a paz.
Para ele a guerra só trazia divisão,
ele desejava unir as pessoas...
todos para eles eram iguais.


Mais uma vez usou do seu poder de comunicação
Em silêncio ou não, chamou os homens ao trabalho,
Reclamou soldados que estavam frente às trincheiras
Do front da 2ª Guerra mundial.


" O som aniquila a grande beleza do silêncio."

Mas eles deviam retornar sãos e salvos.
Nada fizeram... Por que estavam lá a brigar?
Eles deviam retornar para suas famílias
Para uma sociedade ordeira e soberana.


O povo, para ele, era sinônimo de luta e liberdade.
Além de suas convicções, puramente humanistas,
O nobre vagabundo, temia pelo seu meio-irmão
Pela integridade do seu adorado Sidney,

Filho mais velho de sua mãe com um judeu.

"Gostaria de ajudar - se possível - judeus, o gentio ... negros ... brancos".

Traduzindo o Chaplin, ele dizia: Quero liberdade!
A democracia é o berço da igualdade...
Os ditadores são os poderosos tiranos,
covardes e desleais que suprimem a beleza da arte
nos labirintos escuros e cruéis da desigualdade.

Presentes em suas torpes consciências (1)

"Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
mais do que de máquinas, precisamos de humanidade.
Mais do que de inteligência, de afeição e doçura.
Sem essas virtudes, a vida será de violência
e tudo será perdido."

"Se tivesse acreditado
na minha brincadeira
de dizer verdades teria
ouvido verdades que
teimo em dizer brincando,
falei muitas vezes como um palhaço
mas jamais duvidei da
sinceridade da platéia
que sorria."

Não era comunista, não era Facista
Odiava os nazistas e ironizava os estrategistas
Charlie era um homem trabalhador, generoso
E um amante do ser humano,
Por excelência, um humanista.


No papel de um bêbado
Foi um grande equilibrista na vida
E fez reluzir com mais intensidade
As luzes da Ribalta


"Estudei o homem, porque se assim não o fizesse, não conseguiria realizar nada em meu ofício."

Vestia-se maltrapilho, mas sua alma era ilustrada com cor e arte.
Caminhou desajeitado, rumo à eternidade, ao futuro luz
Para jamais ser esquecido,
Seu espírito foi tatuado pela criatividade

Ele se esconde até hoje na alma e no senso de cada artista.

"O homem é um animal com instintos
primários de sobrevivência. Por isso,
seu engenho desenvolveu-se primeiro
e a alma depois, e o progresso da ciência
está bem mais adiantado que seu
comportamento ético. "


Luzes que se apagam a sorrir
testemunharam um grande feito
O Palhaço era o Chaplin, perfeito
O artista mais lembrado...

Trouxe a base, o molde, era um eleito,
Mas, infelizmente, as luzes se apagaram



"A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela
termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está
todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer
primeiro, nos livrar logo disso. Daí viver num asilo,
até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo.
Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você
trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder
aproveitar sua aposentadoria.Aí você curte tudo, bebe
bastante álcool, faz festas e se prepara pra
faculdade.
Você vai pro colégio, tem várias namoradas, vira
criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um
bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus
últimos nove meses de vida flutuando....E termina tudo
com um ótimo orgasmo!!! Não seria perfeito?"



A Ribalta ficou tristonha
Perdemos uma pessoa, um artista
Aquele que foi ao povo e em algum
lugar, algum dia, todo o povo irá até
ele...Até onde ele está.


O ULTIMO DISCURSO:
Estamos saindo da treva para a luz! Vamos entrando num mundo novo.
Um mundo melhor, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade.
Ergues os olhos, Hannah! A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar.
Voa para o arco-íris, para a luz da esperança. Ergue os olhos, Hannah! Ergue os olhos!


(1) Palavras que utilizei para traduzir o Chaplin


ME FAÇA UMA VISITA
http://www.poetasdelmundo.com/verInfo_america.asp?ID=1315
http://www.megklopper.recantodasletras.com.br/
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=12541467


MEG KLOPPER
Enviado por MEG KLOPPER em 10/09/2006
Reeditado em 10/09/2006
Código do texto: T236620

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