Oremos para os falecidos.

HOJE É DIA DE FINADO TODO MUMDO TEM SEU SER QUERIDO QUE JÁ SE FOI.

Quantas saudades que temos no peito profundo e bem fundo não esqueceremos, mas sempre lembrando de alguém que partiu e nos deixou tristes com os olhos cheios de lágrimas, que são os pingos que caem e molham o chão que a gente pisa sem saber que pisamos no nome que jaz, naquela lousa fria, que um dia escreve eternas saudades e as rosas que não falam, mas o coração diz que nosso amor jamais acabará. Hoje é dia de finado, o finado meu pai, minha mãe, meus parentes e aderentes, que um dia partiu, mas espera por nós com muita alegria. Lá onde a felicidade mora eternamente junto com a alegria a fazer a harmonia com os louvores dos anjos Arcanjos, Gabriel, Rafael e Miguel que nos defendem ao lado do trono de Deus. Deus é Deus somente de bondade e de misericórdia, que a cada um de nós Ele nos deu um anjo de guarda para nos defender das adversidades da vida. Hoje é dia de finado e o cemitério está cheia de capela ornadas de flores e em cada sepultura há uma cruz do Redentor, que nela Ele derramou o seu sangue para pagar por todos nós o pecado dos primeiros viventes, que foram nossos pais. Hoje é dia de nós nos lembrarmos de nossos amigos que nos deixaram, das amigas que nos fizeram tantas alegrias, mas elas estão ao lado do trono de Deus louvando por nós para não caiemos em tentação. Amigas e amigos, hoje, dia de finado, mas nenhum deles e delas morreram. Continuam eternamente vivas e orando por todos nós. Nós hoje oramos para este dia para todos que jazem na lousa fria, mas é que eles não estão ali naquela lousa, mas somente as lembranças de alguém que partiu para o paraíso que é a morada de todos nós. É a cidade eterna das alegrias eternas e juntos dos anjos Serafins, Miguel, Gabriel e Rafael entoemos cânticos de louvores ao nos Deus que nos criou para sermos vossos filhos amados. Somos todos finados ambulantes e sairemos um dia desta roupagem, que é o nosso corpo biológico para ganhar um corpo novo espiritual e falemos todos como Sócrates: o eu que sou aqui, sou o mesmo eu depois que eu partir. Somos todos defuntos que jazemos na lousa fria, mas ali, naquela lousa só existe as lembranças e as eternas saudades de alguém que partiu para a morada da cidade celestial. Somente o amor nos explica este grande mistério que somos todos caminheiros e nunca deixaremos de andar verticalmente até chegarmos aos braços de Deus e vê—lo a sua bendita face. Ele é o cordeiro que tira o pecado do mundo. Ele numa cruz pagou com seu sangue todo pecado do mundo. Somo deveras finado hoje, amanhã e sempre, pois aqui nós somos estrangeiros e caminhamos rumo para a eternidade. A felicidade é depois da morte. Aqui a felicidade é imperfeita, hoje alegre e amanhã melancólico, pois aqui não é a eterna alegria. Somos todos estrangeiros a morar numa casa de aluguel e teremos que pagar o aluguel ao dono da casa: DEUS.

hagarribeiro.

Zé de Patrício
Enviado por Zé de Patrício em 02/11/2020
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