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ROSAS VIVAS

 
Homem, deixe as rosas no jardim,
Por Deus, não as mate assim...
O que afinal, pensam que elas não tem,
Tanto quanto uma mulher, enfim?

São tão frágeis, as belas rosas,
Tão indefesas, entregues à sorte,
Que basta um homem vê-las e já estão mortas.
Por quê não preferem à vida, e sim a morte?

Covarde é aquele que as oferece
A uma mulher, um amor, uma paixão...
Ninguém, a vida alheia, merece!

Mulher que é mulher prefere e admira
Um homem sensível, de tão bom coração,
Que ao ver uma rosa, se emociona e... suspira!

                        *****


"NOTA AO LEITOR:"

DESCREVI NESSE SONETO, APENAS "AS MINHAS PREFERÊNCIAS." ISSO NÃO SIGNIFICA QUE NÃO RESPEITE OU REPROVE A PREFERÊNCIA DE CADA UM DE VOCÊS.

OBRIGADA E UM FORTE ABRAÇO!

 
RÚBIA BOURGUIGNON
Enviado por RÚBIA BOURGUIGNON em 09/02/2006
Reeditado em 28/03/2009
Código do texto: T109890
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
RÚBIA BOURGUIGNON
Vila Velha - Espírito Santo - Brasil, 55 anos
193 textos (20241 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 04/12/16 12:36)