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... sentença ...


...que te fiz para punir-me assim,
ao acaso fui julgada e setenciada
não é justo...cadê meu telefonema...
Se cá estou presa aguardando
transporte, cadê meu advogado...

Fui julgada onde ele estava...
Que não ouvi nem apresentei ,
Os motivos que nem eu sei..
No dia em questão nem amei...
Ao menos ,quando dei por mim...

Presa...enjaulada ...aprisionada...
Onde puseram meu direitos...
Embaixo de que pedra polida...
Bruta...num canto, já em pranto
Enfrentando... seu desencanto.

O silêncio ...escavado já aos berros...
e aquele grito estarrecedor,já sem cor
jaz nos subterrâneos não antigos , mas
contemporâneos...Ah! como quero
na luz do luar alguém encontrar.

E gritar Juiz que foi que fiz
Algemada ...fui amordaçada...
Meu grito ecoou na masmorra
Meu amor impedido foi de ver-me
Privada fui de almejar ou querer.

Essa foi a sentença...perder a crença
encontrar grades dilacerantes...
sufocantes e momentos angustiantes
que lutamos , para vencer para num
último momento,amar livre como antes.

Por : Nina mel
30/11/07 -
Nina mel
Enviado por Nina mel em 30/11/2007
Código do texto: T759212

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Sobre a autora
Nina mel
São Carlos - São Paulo - Brasil
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