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O desembrulhar de um presente I

Ao desembrulhar teus olhos,
Descobri a palavra dita em silêncio,
O discurso puro sem erros.

Ao desembrulhar teus olhos,
Descortinei uma janela para o horizonte sem fim,
E achei o que antes parecia perdido.

Ao desembrulhar teus olhos
Vi expresso, sem escrita ou símbolos,
A vastidão do estar bem e do fazer feliz.

Ao desembrulhar teus olhos,
Dei-me conta de que tudo é possível
Quando nos revelamos ao amor!

Porque teu olhar
É presente que denuncia,
É bilhetinho que convida,
É música, letra e dança,
É Selvagem Mansa,

Ao desembrulhar teus olhos,
Este presente que me destes,
Vi que ainda sei pouco sobre o amor!


Flavio Tatu
Enviado por Flavio Tatu em 13/07/2006
Reeditado em 21/08/2012
Código do texto: T193352
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Flavio Tatu
Campos dos Goytacazes - Rio de Janeiro - Brasil, 51 anos
20 textos (1889 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 10/12/16 20:37)
Flavio Tatu